Parabéns, conteúdo pertinete e de suma importância para reflexão de todos envolvidos ou não com SUAS como citado no texto , uma vez que a educação permanente e a práxis nos possibilita reflexão critica acerca do pensar e agir em uma realidade contraditória e opressora, promovendo assim, a busca pela transformação da realidade presente.
Texto pautado em referências teoricas que contribuem e enobrece a veracidade de tudo descrito
Obrigada por compartilhar !!!
Obrigada, Rosana, por compartilhar texto tão importante , que nos leva a reflexão sobre a abordagem Psicossoacial nas unidades de acolhimento Institucional.
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Hortência
7 anos atrás
Recentemente no município em qual trabalho o CRESS-BA, numa vista técnica orientou que os relatórios sejam feitos separados( psicologia e serviço social). Considero que o próprio órgão regulamentador desconhece sobre os pressupostos da normativa e sobre o trabalho interdisciplinar.Uma vez que as visitas e discussões são realizadas em equipe, não há porque a produção de dois registros, trata-se de um trabalho psicossocial com um olhar sobre aspectos psicológicos e sociológicos.
Acho lamentável.
[…] Blog. Sugiro a leitura: Atendimento psicossocial ou interdisciplinaridade na assistência social? e Abordagem psicossocial e a práxis na Assistência Social. Em um deles, ela trabalha as diferenças entre os termos interdisciplinaridade e psicossocial. É […]
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Carmen Monari
6 anos atrás
Olá Rozana! Saudades… lembra de mim? Do grupo de estudos….Sou a fonoaudióloga que virou conselheira tutelar e depois Assistente Social, aqui em Atibaia, SP.
Eu gostaria que você me indicasse e fizesse um texto, se possível,sobre a atuação do Cras com familiares de dependentes químicos.
Grande Abraço!
Olá Carmen, como vai? lembro sim, ainda mais com esta trajetória tão interessante rsrs
Obrigada pela sugestão e posso te garantir que já está previsto para sair logo porque já venho desenvolvendo esta isso há um tempo! grande bjo
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Luciana Soria Schneider
6 anos atrás
Parabéns, muito bem elaborado !!!!
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Lah
5 anos atrás
Excelente texto! Parabéns pelo seu empenho em compartilhar conhecimento.
Sou advogada do CREAS do meu município, e luto bastante para implementar a interdisciplinariedade exigida no atendimento psicossocial, mas não é fácil, pois os servidores estão acostumados a reproduzir erros e não buscam conhecimento.
Quando eu cheguei ao CREAS o atendimento “psicossocial” em grupo era conduzido apenas pela orientadora social, não era feito estudo de caso, não era realizado atendimento familiar, não eram elaborados relatórios de progressão, só existia a dupla psicólogo e assistente social em relação aos outros trabalhos, expliquei para a equipe que todos deveriam estar presentes pois existe a interdisciplinariedade, que tínhamos que fazer estudo de caso, atendimento familiar, relatórios de progressão, entre outros, com o apoio da coordenadora, toda a equipe começou a “participar”, mas na prática eu me tornei quase uma psicologa, assistente social, orientadora social, entre outras, e acabei fazendo tudo sozinha, pois os outros profissionais não contribuíam. Eu pensava que eles iriam evoluir e aprender, mas na verdade se acomodaram comigo. E isso fez com que eu me violentasse, pois chegou a tal ponto que a responsabilidade de todos os serviços do equipamento era minha. E infelizmente a PNEP do SUAS não funciona, porque se funcionasse o serviço seria prestado como deveria ou pelo menos seria melhor do que está hoje.
Parabéns, conteúdo pertinete e de suma importância para reflexão de todos envolvidos ou não com SUAS como citado no texto , uma vez que a educação permanente e a práxis nos possibilita reflexão critica acerca do pensar e agir em uma realidade contraditória e opressora, promovendo assim, a busca pela transformação da realidade presente.
Texto pautado em referências teoricas que contribuem e enobrece a veracidade de tudo descrito
Obrigada por compartilhar !!!
Comentário lindo, Patrícia. Obrigada a você por ler e parar para dar esste retorno tão necessário para que eu não me sinta sozinha por aqui 🙂
Obrigada, Rosana, por compartilhar texto tão importante , que nos leva a reflexão sobre a abordagem Psicossoacial nas unidades de acolhimento Institucional.
Recentemente no município em qual trabalho o CRESS-BA, numa vista técnica orientou que os relatórios sejam feitos separados( psicologia e serviço social). Considero que o próprio órgão regulamentador desconhece sobre os pressupostos da normativa e sobre o trabalho interdisciplinar.Uma vez que as visitas e discussões são realizadas em equipe, não há porque a produção de dois registros, trata-se de um trabalho psicossocial com um olhar sobre aspectos psicológicos e sociológicos.
Acho lamentável.
O Hortência, quero escrever sobre isso aqui no BPS e agora você tem mais um motivo para lamentar porque saiu a nota técnica conjunta que orienta sobre isso, você viu? http://www.justicasocial.ba.gov.br/2019/09/3146/SJDHDS-CRESS-e-CRP-lancam-nota-tecnica-para-profissionais-do-SUAS-na-Bahia.html
Quanto material útil!!! obgda pelos posts !!! Vou acompanhar
Obrigada, Gislaine
[…] Blog. Sugiro a leitura: Atendimento psicossocial ou interdisciplinaridade na assistência social? e Abordagem psicossocial e a práxis na Assistência Social. Em um deles, ela trabalha as diferenças entre os termos interdisciplinaridade e psicossocial. É […]
Olá Rozana! Saudades… lembra de mim? Do grupo de estudos….Sou a fonoaudióloga que virou conselheira tutelar e depois Assistente Social, aqui em Atibaia, SP.
Eu gostaria que você me indicasse e fizesse um texto, se possível,sobre a atuação do Cras com familiares de dependentes químicos.
Grande Abraço!
Olá Carmen, como vai? lembro sim, ainda mais com esta trajetória tão interessante rsrs
Obrigada pela sugestão e posso te garantir que já está previsto para sair logo porque já venho desenvolvendo esta isso há um tempo! grande bjo
Parabéns, muito bem elaborado !!!!
Excelente texto! Parabéns pelo seu empenho em compartilhar conhecimento.
Sou advogada do CREAS do meu município, e luto bastante para implementar a interdisciplinariedade exigida no atendimento psicossocial, mas não é fácil, pois os servidores estão acostumados a reproduzir erros e não buscam conhecimento.
Quando eu cheguei ao CREAS o atendimento “psicossocial” em grupo era conduzido apenas pela orientadora social, não era feito estudo de caso, não era realizado atendimento familiar, não eram elaborados relatórios de progressão, só existia a dupla psicólogo e assistente social em relação aos outros trabalhos, expliquei para a equipe que todos deveriam estar presentes pois existe a interdisciplinariedade, que tínhamos que fazer estudo de caso, atendimento familiar, relatórios de progressão, entre outros, com o apoio da coordenadora, toda a equipe começou a “participar”, mas na prática eu me tornei quase uma psicologa, assistente social, orientadora social, entre outras, e acabei fazendo tudo sozinha, pois os outros profissionais não contribuíam. Eu pensava que eles iriam evoluir e aprender, mas na verdade se acomodaram comigo. E isso fez com que eu me violentasse, pois chegou a tal ponto que a responsabilidade de todos os serviços do equipamento era minha. E infelizmente a PNEP do SUAS não funciona, porque se funcionasse o serviço seria prestado como deveria ou pelo menos seria melhor do que está hoje.
Oi Lah, muito obrigada pela riqueza do seu comentário, muito bom saber da sua experiência, realmente temos que avançar em muitos aspectos.
[…] Abordagem psicossocial e a práxis na Assistência Social […]
Como eu consigo entrar em contato com assistente social
Olá, Rozanna.
Seu conhecimento compartilhado, enriquecedor.
Gostaria que explanasse um pouco mais sobre a nomenclatura PSICOSSOCIAL utilizada na assistência social. Quanto tempo está defasada?
O que dizer do conceito psicossocial enquanto atribuição privativa do psicólogo?