[…] #1, clique aqui. Desafio do diferencial científico-profissional no SUAS Falei sobre:Território e Diagnóstico Socioterritorial Plano de Acompanhamento Familiar – PAF […]
[…] e proposição, recomendo a leitura dos textos referentes aos desafios anteriores: Desafio do diferencial científico-profissional no SUAS e Referência e contrarreferência na Assistência […]
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Flavia
7 anos atrás
Bom dia Rozana, gostaria muito de uma orientação em uma situação hipotética: Coordenadora de CREAS reside em um município pequeno e “cruza” ou conhece usuários, pois bem, familiares quando veem uma situação de possível risco de crianças, entram em contato com ela fora do horário de trabalho e aos finais de semana, a profissional se dirige ao local sozinha, em carro próprio e “intervém” após a “intervenção” manda mensagens em grupo de whatssap do trabalho onde tem outras pessoas que não são técnicos e conta a história e ainda pede “apoio” dos profissionais de referência ( quando a família é acompanhada pelo CREAS). O profissional contactado informa que se deve informar ao Conselho tutelar e que não há o que fazer já que não existe expediente no momento. Ocorre tb intervenções em acolhimento institucional emergencial onde a profissional vai e “convoca” técnicos para ir junto mesmo que seja de madrugada. Gostaria Rozana de apontar está discussão, até onde vai a nossa práxis profissional ? Podemos agir em intervenções que não cabem ao CREAS?
Olá, Flávia! Muito válido este teu comentário. Em meu município, apesar de não ser de pequeno porte, também acontecem situações semelhantes com alguns atores da rede de garantia de direitos. Penso que primeiramente temos que ter em mente qual é o nosso papel e qual nosso limite profissional. O que está amparando esta profissional fora de expediente? Há plantão social para casos assim (no meu há, e também muitas discussões a respeito, mas deixo para outro momento)? O fluxo para situações de violência com crianças e adolescentes deve, no meu entendimento, ser sempre o CT e após se dá a referência/encaminhamento para o equipamento responsável, neste caso, o CREAS. Por mais que sejamos sensíveis as questões dos usuários que nos cercam, somos responsáveis pelas “intervenções atravessadas”; que além de atrapalhar o fluxo, não nos respalda enquanto servidores. Acredito ser pertinente você colocar estas questões para tua gestão e discutir/relembrar o protocolo para casos fora de expediente.
[…] #1, clique aqui. Desafio do diferencial científico-profissional no SUAS Falei sobre:Território e Diagnóstico Socioterritorial Plano de Acompanhamento Familiar – PAF […]
[…] e proposição, recomendo a leitura dos textos referentes aos desafios anteriores: Desafio do diferencial científico-profissional no SUAS e Referência e contrarreferência na Assistência […]
Bom dia Rozana, gostaria muito de uma orientação em uma situação hipotética: Coordenadora de CREAS reside em um município pequeno e “cruza” ou conhece usuários, pois bem, familiares quando veem uma situação de possível risco de crianças, entram em contato com ela fora do horário de trabalho e aos finais de semana, a profissional se dirige ao local sozinha, em carro próprio e “intervém” após a “intervenção” manda mensagens em grupo de whatssap do trabalho onde tem outras pessoas que não são técnicos e conta a história e ainda pede “apoio” dos profissionais de referência ( quando a família é acompanhada pelo CREAS). O profissional contactado informa que se deve informar ao Conselho tutelar e que não há o que fazer já que não existe expediente no momento. Ocorre tb intervenções em acolhimento institucional emergencial onde a profissional vai e “convoca” técnicos para ir junto mesmo que seja de madrugada. Gostaria Rozana de apontar está discussão, até onde vai a nossa práxis profissional ? Podemos agir em intervenções que não cabem ao CREAS?
Olá, Flávia! Muito válido este teu comentário. Em meu município, apesar de não ser de pequeno porte, também acontecem situações semelhantes com alguns atores da rede de garantia de direitos. Penso que primeiramente temos que ter em mente qual é o nosso papel e qual nosso limite profissional. O que está amparando esta profissional fora de expediente? Há plantão social para casos assim (no meu há, e também muitas discussões a respeito, mas deixo para outro momento)? O fluxo para situações de violência com crianças e adolescentes deve, no meu entendimento, ser sempre o CT e após se dá a referência/encaminhamento para o equipamento responsável, neste caso, o CREAS. Por mais que sejamos sensíveis as questões dos usuários que nos cercam, somos responsáveis pelas “intervenções atravessadas”; que além de atrapalhar o fluxo, não nos respalda enquanto servidores. Acredito ser pertinente você colocar estas questões para tua gestão e discutir/relembrar o protocolo para casos fora de expediente.
[…] #desafio que lancei no @psicologianosuas, oitenta por cento problematizaram a questão dos grupos no CREAS e […]