Ah, estou com você, Rozana!
Às vezes estamos tão perdidos que é necessário um “acorda para a vida” (como costuma-se dizer)… acho correta sua afirmação de que muitos profissionais não sabem: quantos lêem as diretrizes nacionais? Quantos recorrem a bibliografias acadêmicas? Em meu município nem se discute geração de renda, até porque estamos em pleno emprego e isto mascara algumas situações.
Vejo que esta situação tem a ver com a própria política: ela sempre foi assistencialista e nossos esforços são no sentido de transformá-la. E imersos nesta realidade, temos dificuldade em modificar nossas próprias atuações. Acho que a autocrítica é essencial neste debate.
Perfeita a sua colocação Thiago! é isso mesmo e por isso trabalhar na Assistência Social é tão árduo e desafiador ( pra quem propoe e suporta o lugar da problematização e das consequências…)
Vamos prosseguir problematizando, mesmo que ainda não tenhamos ouvidos preparados para nos escutar! não vamos?
Ubraços
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ROSIMEIRE VALERIANO
13 anos atrás
Ol? Rozana, como ? bom abrir nosso email, e encontrar pessoas como voc? que propaga informa??es que venha nos fortalecer. Muit?ssimo obrigada pela fala da Simone Albuquerque, e obrigada tamb?m pelo v?deo, sem d?vida nenhuma vamos aprender com ele a fazer pol?ticas p?blicas como se deve, nos CRAS. Neste momento quero agradecer, e reiterar novas informa??es.Att,Rose/Itumbiara-Go
Oi Rosimeire! muito feliz com seu retorno! obrigada mesmo! um bjo
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Érica Andrade Rocha
13 anos atrás
Rozana, bom dia!
Obrigada pelo post, já que estamos em plena crise profissional e as coisas por aqui andam complicadas..
Vou até partilhar essas suas palavras em nossa reunião de equipe.
Thiago, concordo contigo e também partilho de suas palavras.
É isso aí Érica! vamos prosseguir com nossa caminhada, mesmo que tentem nos nomear como utópicos, uma vez que reproduzem a ideia de que qualquer coisa é assistência social e a qualidade não faz parte do roteiro, porque o público não tem parâmetros para questionar ou reivindicar!! ah, terão sim e como terão, pra isso precisamos continuar fazendo a diferença! um bjo e bom trabalho!
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Marilia Martins de Araújo Reis
13 anos atrás
Rozana, realmente estas definições urgem, tanto em consideração ao que é de direito do usuário em relação às políticas públicas e seus serviços oferecidos, como em relação aos profissionais da Psicologia que ali operam. Muito boa e conveniente esta matéria!
Marília Martins de Araújo Reis
Psicóloga CRP03/02210
E-mail: mariliaamarilis@hotmail.com
Cels.: 73-8843-0696/ 9100-8772/ 8110-5000
Realmente, é muita precarização nos serviços ofertados nos CRAS, falam-se que estão executando o PAIF, mas o que vejo é só produção, produção, e a tutela das famílias, “pedagiando” seus Direitos. Tenho visto de tudo menos a PNAS sendo realmente efetivada. Precisamos abrir frentes de discussões, sair da mesmice do cotidiano que faz dos profissionais seres robóticos, onde a prática profissional fica a mercê de sistemas partidários.
Olá Rebeca! muito bom receber seu comentário aqui! concordo com você, estamos longe de ver a PNAS na prática! infelizmente… e as razões são muitas! bjos
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Maristela de Souza Moura
13 anos atrás
Os profissionais de serviço social, estão tão alienados para TAMPAR os buracos de outras politicas que deixam de avançar em sua essência,vitimas do sistema onde nos fomos os supostos combatentes.Devemos acordar deste status quo, somos politica publica e como tal merecemos ocupar nosso lugar e assumirmos nossa parcela de responsabilidade.Maristela.
[…] Esta postagem deve muito às discussões ocorridas na lista virtual Sociólogos/as no SUAS e a um artigo provocador da Rozana no blog Psicologia no SUAS. […]
Ah, estou com você, Rozana!
Às vezes estamos tão perdidos que é necessário um “acorda para a vida” (como costuma-se dizer)… acho correta sua afirmação de que muitos profissionais não sabem: quantos lêem as diretrizes nacionais? Quantos recorrem a bibliografias acadêmicas? Em meu município nem se discute geração de renda, até porque estamos em pleno emprego e isto mascara algumas situações.
Vejo que esta situação tem a ver com a própria política: ela sempre foi assistencialista e nossos esforços são no sentido de transformá-la. E imersos nesta realidade, temos dificuldade em modificar nossas próprias atuações. Acho que a autocrítica é essencial neste debate.
Abraços!
Thiago
Perfeita a sua colocação Thiago! é isso mesmo e por isso trabalhar na Assistência Social é tão árduo e desafiador ( pra quem propoe e suporta o lugar da problematização e das consequências…)
Vamos prosseguir problematizando, mesmo que ainda não tenhamos ouvidos preparados para nos escutar! não vamos?
Ubraços
Ol? Rozana, como ? bom abrir nosso email, e encontrar pessoas como voc? que propaga informa??es que venha nos fortalecer. Muit?ssimo obrigada pela fala da Simone Albuquerque, e obrigada tamb?m pelo v?deo, sem d?vida nenhuma vamos aprender com ele a fazer pol?ticas p?blicas como se deve, nos CRAS. Neste momento quero agradecer, e reiterar novas informa??es.Att,Rose/Itumbiara-Go
Date: Wed, 12 Jun 2013 01:58:02 +0000 To: rose_valeriano@hotmail.com
Oi Rosimeire! muito feliz com seu retorno! obrigada mesmo! um bjo
Rozana, bom dia!
Obrigada pelo post, já que estamos em plena crise profissional e as coisas por aqui andam complicadas..
Vou até partilhar essas suas palavras em nossa reunião de equipe.
Thiago, concordo contigo e também partilho de suas palavras.
Obrigada e bom dia!
É isso aí Érica! vamos prosseguir com nossa caminhada, mesmo que tentem nos nomear como utópicos, uma vez que reproduzem a ideia de que qualquer coisa é assistência social e a qualidade não faz parte do roteiro, porque o público não tem parâmetros para questionar ou reivindicar!! ah, terão sim e como terão, pra isso precisamos continuar fazendo a diferença! um bjo e bom trabalho!
Rozana, realmente estas definições urgem, tanto em consideração ao que é de direito do usuário em relação às políticas públicas e seus serviços oferecidos, como em relação aos profissionais da Psicologia que ali operam. Muito boa e conveniente esta matéria!
Marília Martins de Araújo Reis
Psicóloga CRP03/02210
E-mail: mariliaamarilis@hotmail.com
Cels.: 73-8843-0696/ 9100-8772/ 8110-5000
Oi Marília!
Concordo, pois precisamos saber: o que fazemos, pra que e quem fazemos e por que fazemos?
um bjo
Realmente, é muita precarização nos serviços ofertados nos CRAS, falam-se que estão executando o PAIF, mas o que vejo é só produção, produção, e a tutela das famílias, “pedagiando” seus Direitos. Tenho visto de tudo menos a PNAS sendo realmente efetivada. Precisamos abrir frentes de discussões, sair da mesmice do cotidiano que faz dos profissionais seres robóticos, onde a prática profissional fica a mercê de sistemas partidários.
Olá Rebeca! muito bom receber seu comentário aqui! concordo com você, estamos longe de ver a PNAS na prática! infelizmente… e as razões são muitas! bjos
Os profissionais de serviço social, estão tão alienados para TAMPAR os buracos de outras politicas que deixam de avançar em sua essência,vitimas do sistema onde nos fomos os supostos combatentes.Devemos acordar deste status quo, somos politica publica e como tal merecemos ocupar nosso lugar e assumirmos nossa parcela de responsabilidade.Maristela.
Obrigada pela participação Maristela! bjos
[…] Esta postagem deve muito às discussões ocorridas na lista virtual Sociólogos/as no SUAS e a um artigo provocador da Rozana no blog Psicologia no SUAS. […]