Muito boas as questões propostas, vejo muitas equipes de CRAS e CREAS que trabalham de maneira departamentalizada, onde os profissionais são responsáveis por determinadas coisas e outros não. Precisamos desconstruir isso até chegarmos a Transdisciplinadade.
Essa discussão vai para a questão da falta de criatividade de muitos profissionais pela formação, falta de perfil e visão distorcida aliada a da gestão. Não que precisamos ser contrários à gestão mas que caminhemos juntos nós mesmos objetivos e com as devidas diferenças.
Oi Felipe,
Sempre bom te ver por aqui.
A descontruçao é realmente necessária, porque acredito que nem chegamos a interdisciplinaridade ainda…o caminho até a trans será longo! Também concordo com você, Gestao e trabalho técnico se complementam, não há trabalho social sem a gestao alinhada com a equipe.
Gd abraço
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Marcelo Soares
9 anos atrás
Muito bom! Espero que após esse texto ninguém mais fale em “dupla psicossocial”, algo que alguém inventou pois não existe em nenhum documento do SUAS! Precisamos pensar em equipe!!!
Outra coisa: é preciso que os trabalhadores não permitam a contratação por cargo comissionado, pois é ilegal!!! Não podem haver cargos técnicos através de cargo comissionado! Vejam o que diz a Constituição:
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
V – as funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento;
Muito relevante isso que você aponta, Marcelo. Acredito que muitos de nós desconhecemos estas questoes legais e isso fragiliza ainda mais estes processos porque acabam burlando as leis e se permanecemos alheios a isso, indiretamente contribuimos com ele.
E quanto a “dupla psicossocial”, acho que teremos que falar mais sobre isso, porque esta lógica está posta e parece até uma meta para algumas metodologias de trabalho.
Um abraço
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Antônio Ronaut
9 anos atrás
Temática oportuna.
Para acrescentar à discussão queria partilhar minha percepção de que a proposta da interdisciplinaridade é uma forma de trabalho que demanda mais energia (mais concentração, mais resiliência, mais determinação, mais estudo) das pessoas envolvidas. Ou seja, quem está atuando na Assistência Social e quer fazer as coisas melhorarem, deve entender que se trata de um trabalho árduo e demorado.
Muito boas as questões propostas, vejo muitas equipes de CRAS e CREAS que trabalham de maneira departamentalizada, onde os profissionais são responsáveis por determinadas coisas e outros não. Precisamos desconstruir isso até chegarmos a Transdisciplinadade.
Essa discussão vai para a questão da falta de criatividade de muitos profissionais pela formação, falta de perfil e visão distorcida aliada a da gestão. Não que precisamos ser contrários à gestão mas que caminhemos juntos nós mesmos objetivos e com as devidas diferenças.
Quanto tempo, Felipe!!!!
Acredito que está é uma preocupação de profissionais dos mais diversos lugares desse Brasil.
Pois é, Andréa ! Aqui na luta no SUAS vendo os tantos e muitos retrocessos. Tudo de bom ai.
Felipe sumiu mesmo das redes. Mas acho que está melhor que nós! Rsrs
Muito bom te-los aqui! 😍
Com certeza, Felipe! Às vezes é preciso “ser contrário”….respeitando sempre!
Oi Felipe,
Sempre bom te ver por aqui.
A descontruçao é realmente necessária, porque acredito que nem chegamos a interdisciplinaridade ainda…o caminho até a trans será longo! Também concordo com você, Gestao e trabalho técnico se complementam, não há trabalho social sem a gestao alinhada com a equipe.
Gd abraço
Muito bom! Espero que após esse texto ninguém mais fale em “dupla psicossocial”, algo que alguém inventou pois não existe em nenhum documento do SUAS! Precisamos pensar em equipe!!!
Outra coisa: é preciso que os trabalhadores não permitam a contratação por cargo comissionado, pois é ilegal!!! Não podem haver cargos técnicos através de cargo comissionado! Vejam o que diz a Constituição:
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
V – as funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento;
Muito pertinente, Marcelo!!
Muito relevante isso que você aponta, Marcelo. Acredito que muitos de nós desconhecemos estas questoes legais e isso fragiliza ainda mais estes processos porque acabam burlando as leis e se permanecemos alheios a isso, indiretamente contribuimos com ele.
E quanto a “dupla psicossocial”, acho que teremos que falar mais sobre isso, porque esta lógica está posta e parece até uma meta para algumas metodologias de trabalho.
Um abraço
Temática oportuna.
Para acrescentar à discussão queria partilhar minha percepção de que a proposta da interdisciplinaridade é uma forma de trabalho que demanda mais energia (mais concentração, mais resiliência, mais determinação, mais estudo) das pessoas envolvidas. Ou seja, quem está atuando na Assistência Social e quer fazer as coisas melhorarem, deve entender que se trata de um trabalho árduo e demorado.
Com certeza, Antônio. Um grande desafio, é preciso estar em sintonia!