Oi Pessoal, passando rapidinho porque quero desejar um Feliz Natal e um excelente Ano Novo para todos vocês! estive sumida nos últimos meses e não consegui fazer meu texto com considerações do ano que se finda, mas quero agradecer muito a companhia de vocês em mais um ano do Blog e dizer que conto ainda mais com vocês para manter o Blog no próximo ano!
Estou com visitas ilustres em minha casa (minha família), mas tendo um tempinho vou escrever meus agradecimentos a vocês e dizer sobre os planos para o Novo Ano!
FELIZ NATAL E QUE TENHAMOS CORAGEM PARA CAMINHARMOS CONFIANTES NO SUAS POR MAIS UM ANO!!
O Programa Bolsa Família completou 1o anos e o Ipea junto com o MDS lançaram o Livro: Programa Bolsa Família : uma década de inclusão e cidadania – organizadores: Tereza Campello, Marcelo Côrtes Neri. Brasília : Ipea, 2013. 494 p.
Eu não li ainda, mas com certeza valerá a leitura, pois o PBF é recheado de mitos, inverdades e claro, muitos desafios, e instrumentos para informar e lançar dados do maior programa de transferência de renda são sempre relevantes para desconstruir mitos e preencher lacunas.
O post de hoje é para compartilhar um texto sobre mobilização social, muito relevante para ações na proteção social, seja básica ou especial. Compartilhei um trecho na Fan page e a nossa colega Érica Rocha sugeriu que o texto fosse disponibilizado na íntegra – obrigada pela sugestão!
Este texto pode ajudar nos trabalhos com lideranças comunitárias, grupo gestor e atividades ligadas ao controle social e participação popular, visando o fortalecimento e exercício da cidadania.
“Não se faz mobilização social com heroísmo. As mudanças são construídas no cotidiano por pessoas comuns, que se dispõem a atuar coletivamente, visando alcançar propósitos compartilhados”
Tema: “Desafios na atuação na assistência social” – Debate sobre o resultado da enquete!
Você pode participar ao vivo, para fazer perguntas e comentar, basta ter login no Google+ e youtube, ou direto na nossa página no Facebook.
O que você achou desta ideia? deixe sugestões para os próximos Hangouts!
Desculpem pelos erros técnicos e outros, esta foi nossa primeira videoconferência e a consideramos como um teste, por isso, contamos com a compreensão! 🙂
Quais são seus maiores desafios na atuação na Assistência Social?
Últimos dias para VOTAR na enquete! agradeço quem já votou e quero pedir a participação de quem ainda não votou! VOTE: http://craspsicologia.wordpress.com/2013/10/14/quais-sao-seus-maiores-desafios-na-atuacao-na-assistencia-social/
Aproveitamos para informar sobre a nossa videoconferência – Debate do resultado da enquete – será neste Domingo, as 16:00h (horário de Brasília)! Fiquem conectados neste horário, porque enviaremos o link, na hora do evento, para vocês assistirem e enviar perguntas aos mediadores/convidados (Ao Vivo).
Equipe CRAS I – Eunápolis/BA ( Na foto: alguns dos ganhadores, Gildelice, Neiva, Antônio, Izabela, Thayanne e Alessandro)
“Meu trabalho é um elogio”
Olá Pessoal!
Compartilho com vocês, uma Dinâmica que criei para trabalhar com a equipe da unidade CRAS onde atuo. Um dos grandes desafios, além daqueles que falamos aqui referente ao trabalho no SUAS, é o desenvolvimento de trabalho em equipe/em grupo. O trabalho no SUAS exige dos trabalhadores habilidades de comunicação, trabalho em grupo, relacionamento interpessoal e capacidade para lidar e mediar conflitos – só para citar alguns. Pensando sobre o nosso contexto de trabalho, considerando os desafios como precarização decorrente da rotatividade de profissionais, falta de profissionais e descontinuidade de projetos e ações , tenho observado que é muito mais recorrente enfatizarmos o lado negativo das ações e das pessoas, as quais executam os serviços. Neste campo de forças e desafios diários, nos esquecemos, ou não conseguimos enxergar as ações e habilidades dos profissionais que fazem a diferença dia a dia do trabalho.
Com isso, surgiu a ideia de trabalhar com uma dinâmica para aprimorar a comunicação e que facilitasse ao profissional enxergar e valorizar as habilidades, atitudes e ideias que fossem assertivas em prol do trabalho de todos – valendo também como uma possibilidade de elevar a autoestima, ao permitir elogios de ordem pessoal.
A ideia da dinâmica foi trocada com a equipe e após aprovação do grupo, começamos a utilizá-la.
Objetivo:
Promover a interação entre os membros da equipe, favorecer a comunicação e destacar aspectos positivos e assertivos dos colegas de trabalho. Materiais
Folha com o nome da equipe para marcação dos elogios
Brindes/presentes Público alvo
A dinâmica é direcionada a todos os profissionais da unidade/Instituição/empresa Desenvolvimento
Uma folha* contendo o nome, com uma coluna para anotar os elogios dados e os elogios recebidos é fixada no mural de uma sala mais reservada (pode ser a sala administrativa, ou de coordenação). A cada elogio dado ou recebido a pessoa marca no SEU NOME. Lembrando que quem dá o elogio não marca NO NOME do colega, apenas no seu, como elogio dado.
Portanto, são dois ganhadores por vez, ELOGIOS DADOS E ELOGIOS RECEBIDOS.
São válidos os elogios de ordem pessoal, mas o principal objetivo é evidenciar e parabenizar o colega pelas ações, atitudes, ideias relacionadas ao desenvolvimento do trabalho. Apuração/resultado
Quinzenal ou Mensal (depende da disponibilidade de brindes)
O que deve ser acordado com a equipe
A entrega dos brindes deve ser realizada durante a reunião de equipe para facilitar a avaliação e tirar dúvidas acerca da participação na dinâmica.
Compartilho com vocês um ótimo artigo “A psicologia no Sistema Único de Assistência Social” dos autores (Maria Lucia Miranda Afonso, Marcos Vieira-Silva, Flávia Lemos Abade, Tatiane Marques Abrantes, Fabiana Meijon Fadul/2012). A apresentação da Prof. Drª. Lúcia Afonso no dia do II Seminário Psicologia no Suas: contribuições, desafios e percepções foi baseada neste artigo e trata-se de um texto com provocações bem interessantes pois avança com proposições sobre o fazer psi nesse campo de trabalho. Vale muito a pena a leitura, veja o que o artigo aborda:
O Paradigma dos Direitos e o Fantasma da Psicologização da Questão Social;
Cidadania e Subjetividade: bases para a ação da Psicologia no SUAS
Contribuições do campo psi para o SUAS: de onde, com quem e para quem se fala?
Escuta social e escuta clínica em diferentes níveis de complexidade do SUAS;
Transformações necessárias – interdisciplinaridade e intersetorialidade
O artigo pode ser BAIXADO neste link: A psicologia no Sistema Único de Assistência Social
(Afonso, M. L. M.; Vieira-Silva, M.; Abade, F. L.; Abrantes, T. M.; & Fadul, F. M. A psicologia no Sistema Único de Assistência Social.Pesquisas e Práticas Psicossociais, 7(2), São João del-Rei, julho/dezembro 2012)
Obrigada a Profª. Márcia Mansur por ter me enviado o artigo por E-mail.
O Edital para inscrição neste curso está aberto. Trata-se de um curso realizado pelo Ministério do desenvolvimento Social e Combate à Fome e a Fiocruz. De acordo com o site MDS “O curso, com carga horária de 188 horas, foi planejado para que profissionais de Assistência Social, Educação e Saúde articulem e organizem ações de educação alimentar e nutricional integradas às políticas, programas e projetos em seu território, aperfeiçoando um trabalho conjunto e integrado. São 2.025 vagas para 640 municípios, todos os estados e o Distrito Federal. A seleção dos municípios ocorreu a partir de dados sobre índices de insegurança alimentar grave e bom acompanhamento das condicionalidades de saúde do Programa Bolsa Família” Fonte:MDS
confiram mais informações e acesse o Edital: http://www.mds.gov.br/saladeimprensa/noticias-1/2013/novembro/mds-e-fiocruz-realizam-curso-a-distancia-de-educacao-alimentar-e-nutricional
Oportunidade para nós trabalhadores da Assistência Social!
É tão bom encontrar um texto e ao terminar de ler você sentir que valeu a pena cada frase, cada para parágrafo porque provocou reflexão e pelo conforto ao sentir que “eu teria escrito exatamente assim”. Escrevo sobre o texto da Psicanalista Rita de Cássia de Araújo Almeida, que atua na saúde mental em MG e nos brinda com um assunto tão “rotineiro” no nosso trabalho na Política de Assistência Social e que é pautado por muitos equívocos e falácias.
Psicanalista
Trabalhadora de CAPS da Rede de Saúde Mental do SUS
“Quando ouço pessoas que criticam o Bolsa Família ou outro programa de transferência de renda, dizendo que ele acostuma mal as pessoas, estimula a preguiça e desvirtua o caráter, sinto vontade de vomitar. Quem diz isso, definitivamente, não sabe o que é miséria. Quem faz esse tipo de afirmação tosca e preconceituosa, para usar palavras publicáveis, nunca passou pela situação de encontrar em R$ 70,00 algum alento. Com pouquíssima probabilidade de errar, ninguém que está lendo agora este texto sabe, na carne, o real valor de R$ 70,00. Maria sabe. Muitos aqui vão duvidar, mas R$ 70,00 ou R$ 130,00 (média nacional do valor repassado para cada família com o Bolsa Família), é capaz de reduzir o enorme abismo entre a miséria e a pobreza, e com isso, viabilizar um status inicial necessário para acessar qualquer outro tipo possível de justiça social: ser visto” – Dê um pulinho alí no Blog dela e leia este texto na íntegra, vale a pena : Não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar…
Oi Pessoal, este assunto também nos interessa, aqui no blog falamos um pouco, ou quase nada sobre ele na apresentação do Projeto RET: Recolher e Transformar, por isso vale a pena nos debruçarmos mais sobre este assunto. Alguém aí já conhece alguma prática com a economia solidária no seu Município?
Segundo a dimensão política, a Economia Solidária “é um movimento social, que luta pela mudança da sociedade, por uma forma diferente de desenvolvimento, que não seja baseado nas grandes empresas nem nos latifúndios com seus proprietários e acionistas, mas sim um desenvolvimento para as pessoas e construída pela população a partir dos valores da solidariedade, da democracia, da cooperação, da preservação ambiental e dos direitos humanos”