Obrigada Gleyce. Nosso papel em construção, não é mesmo? Que a gente siga nos apropriando do que nos compete e tendo também clareza das nossas limitações.
Abraço.
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Suelem
9 anos atrás
Ótima reflexão proposta no seu texto Livia, aguardo mais textos, principalmente discutindo a questão da expectativa errônea da rede que o CREAS/PAEFI tem o papel de trabalhar responsabilização de violadores. Acredito que as questões que você aponta não estão desfocadas do contexto de diversos municípios. Trabalhei no CREAS em BH até ano passado e com relação ao público criança e adolescente, também observo que a maioria dos casos encaminhados estão relacionados ao abuso e exploração sexual.
Olá Suelem, obrigada pelo comentário.
Pretendo sim fazer um texto falando a esse respeito. A questão dos violadores é um outro nó no nosso trabalho.
Obrigada por responder também ao questionamento sobre a demanda dos municípios.
Grande abraço,
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Jussara Inez Juhem de Castilhos
9 anos atrás
Lívia, inicialmente, parabéns pela abordagem do tema. Concordo plenamente, que nossa urgência é falarmos muito mais sobre a violência sexual infanto-juvenil, que está presente nos territórios e camuflada também por intervenções equivocadas. Os atravessamentos políticos, na minha opinião, figuram como um dos principais vilões na manutenção de uma violência mascarada em tais contextos. No município que atuo, há uma intersecção nessa engrenagem, envolvendo como tipos de demandas “urgentes” que mais surgem: abuso sexual sofrido e/ou cometido por pessoas em contextos de doença mental, dependência química, uso abusivo de álcool. E para ilustrar tais atravessamentos políticos, a falta de investimento em programas preventivos e de empoderamento social. Um forte abraço e parabéns mais uma vez.
Olá Jussara, obrigada por comentar.
A realidade não é muito diferente nos mais diversos municípios, não é?
Fico feliz que tenha gostado do texto.
Um abraço.
[…] do SUAS frente às situações de violência sexual infanto-juvenil – Leia aqui ⇒Violência Sexual Infanto-Juvenil no SUAS: das demandas de urgência ao “urgente” repensar do no… Apontamos a cautela que se faz necessária no trabalho de acompanhamento de tais situações, […]
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kleidilena Andrade Teles
4 anos atrás
Parabéns!!! Sempre em construção, infelizmente apesar de varios documentos produzidos como, Nota tecnica, Termo de cooperação e etc…..não chegamos ainda em nossa atuação.
Ótimo texto ….
Obrigada Vanessa!!
Ótima reflexão. Adorei no texto
Que bom. Obrigada Maria Augusta!
Muito boa a reflexão Livia. Instigada pra ler mais… Ainda nosso papel nao esta claro. Vejo muitas discrepancias nas atuações.
Obrigada Gleyce. Nosso papel em construção, não é mesmo? Que a gente siga nos apropriando do que nos compete e tendo também clareza das nossas limitações.
Abraço.
Ótima reflexão proposta no seu texto Livia, aguardo mais textos, principalmente discutindo a questão da expectativa errônea da rede que o CREAS/PAEFI tem o papel de trabalhar responsabilização de violadores. Acredito que as questões que você aponta não estão desfocadas do contexto de diversos municípios. Trabalhei no CREAS em BH até ano passado e com relação ao público criança e adolescente, também observo que a maioria dos casos encaminhados estão relacionados ao abuso e exploração sexual.
Olá Suelem, obrigada pelo comentário.
Pretendo sim fazer um texto falando a esse respeito. A questão dos violadores é um outro nó no nosso trabalho.
Obrigada por responder também ao questionamento sobre a demanda dos municípios.
Grande abraço,
Lívia, inicialmente, parabéns pela abordagem do tema. Concordo plenamente, que nossa urgência é falarmos muito mais sobre a violência sexual infanto-juvenil, que está presente nos territórios e camuflada também por intervenções equivocadas. Os atravessamentos políticos, na minha opinião, figuram como um dos principais vilões na manutenção de uma violência mascarada em tais contextos. No município que atuo, há uma intersecção nessa engrenagem, envolvendo como tipos de demandas “urgentes” que mais surgem: abuso sexual sofrido e/ou cometido por pessoas em contextos de doença mental, dependência química, uso abusivo de álcool. E para ilustrar tais atravessamentos políticos, a falta de investimento em programas preventivos e de empoderamento social. Um forte abraço e parabéns mais uma vez.
Olá Jussara, obrigada por comentar.
A realidade não é muito diferente nos mais diversos municípios, não é?
Fico feliz que tenha gostado do texto.
Um abraço.
[…] do SUAS frente às situações de violência sexual infanto-juvenil – Leia aqui ⇒Violência Sexual Infanto-Juvenil no SUAS: das demandas de urgência ao “urgente” repensar do no… Apontamos a cautela que se faz necessária no trabalho de acompanhamento de tais situações, […]
Parabéns!!! Sempre em construção, infelizmente apesar de varios documentos produzidos como, Nota tecnica, Termo de cooperação e etc…..não chegamos ainda em nossa atuação.