Visita Domiciliar no SUAS

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Claudia Delefrate
Claudia Delefrate
9 anos atrás

Que bacana ler isso! Comentei a pouquíssimas horas no texto da Tati, sobre esse tema! Obrigada Rozana! Coloco aqui a devolutiva, posteriormente!

Cínthya Alcântara
9 anos atrás

Ótima reflexão, a luta é constante. Temos que diariamente combater o assistencialismo em nosso Município, enfrentamos o pensamento de que Assistência Social é para tapar buracos nos custeios de medicamentos, leites especiais, fraldas, dentre outras questões da Política de Saúde. Além que é exigido de nós técnicos a Visita Domiciliar justamente nesse sentido de “checagem”. Batemos na tecla de que não é a única estratégia de acesso ao serviço e aos benefícios, muito menos aos benefícios, mas os próprios gestores do setor desconhecem o sentido da Assistência Social, retornando ao pensamento assistencialista e exigindo de nós coisas absurdas. Por mais que explicamos, volta tudo ao princípio.

Dilma Maria
Dilma Maria
9 anos atrás

Vivemos em constante inquietação. Um trabalho difícil é pouco valorizado

Maria de Fátima Cassimiro da Silva
Maria de Fátima Cassimiro da Silva
9 anos atrás

Sou assistente social do CRAS de Araxá. Acredito que participar deste grupo vou ter grandes oportunidades de estar atualizada no requisito profissional. Obrigada!

Eliane de souza
Eliane de souza
9 anos atrás

Bela reflexão!!! Infelizmente ainda carregamos alguns ranços do passado na nossa prática; algo que precisamos está atentos a todo momento; pois corremos o risco de cairmos na mesmice. Muito legal esse conteúdo acrescentou muito no meu aprendizado. Parabéns!!!!

Marcia Sahdo
Marcia Sahdo
9 anos atrás

Oi Rozana já estou ansiosa pela parte 2. Penso que precisamos construir estratégias para trabalhar esta cultura nas próprias famílias. Elas se veem muito como desmerecedoras dos serviços, benefícios, dos programas, até porque se sentem menores por serem desprovidas de condições econômicas. Percebo que o sentimento de culpa por se encontrarem na condição que estão as deixam ainda mais impotentes, com raras excessões e, se nossos serviços, programas e benefícios reforçam ainda mais isso, então nao conseguiremos realmente o êxito que a política de assistência social preconiza. Obrigada por seus textos, eles são extremamente esclarecedores.

marly amaral
marly amaral
9 anos atrás

Gostei da reflexão, e acredito que devemos ser muito cautelosos ao realizarmos a visita ,para não sermos invasivos , desreipeitando o usuário.

Apolônia Carvalho
Apolônia Carvalho
9 anos atrás

Ótima reflexão…tem muito Assistente Social que quer fazer vita domiciliar sozinho e isso é péssimo pra o trabalho do CRAS que deve ser um trabalho psicossocial. Inclusive já participei de uma palestra onde o Assistente Social (palestrante) dizia que a equipe técnica do CRAS era formada obrigatoriamente pelo assistente social e o psicologo ou os outros profissionais eram escolhido de acordo com a necessidade…Tive que mostrar pra ela a NOB-RH/SUAS, pra mostrar que a equipe obrigatória é o psicologo e o assistente social. Acho que essas duvidas tá muito ligado a prática do psicólogo no SUAS… muitos ainda querem clinicar e agente sabe que esse não é o papel do psicologo no SUAS. Beijos!

Silvana Ribeiro da Conceição
Silvana Ribeiro da Conceição
Responder para  Rozana Fonseca
9 anos atrás

Olá, Rosana tenho muita dúvida enquanto a esse assunto se possível esclarecer será ótimo… mas gostaria de embasamento teórico para me resguardar se possível.

Maria
Maria
Responder para  Rozana Fonseca
9 anos atrás

Rozana, boa noite! Aguardo muito ansiosa por seu próximo texto! Você poderia me dizer se há alguma legislação que fale sobre a possibilidade de visita domiciliar apenas por um profissional do CRAS? Sou assistente social de tal serviço e a gestão está afirmando que não posso realizar visitas sozinha, que devo ir com o agente administrativo ou visitador do Criança Feliz, e que eu indo sozinha estou sendo antiética. Porém, considero invasivo e antiético a presença desses profissionais nas visitas que devo realizar, pois não cabe a eles nenhuma ação em tal visita. Desde já, agradeço sua resposta. Grata!

trackback
9 anos atrás

[…] [iii] Links para os dois textos: Texto 1: Direção social, elaboração de relatórios e o trabalho na proteção social especial: https://craspsicologia.wordpress.com/2017/03/07/direcao-social-elaboracao-de-relatorios-e-o-trabalho-na-protecao-social-especial/ Texto 2: Visita Domiciliar no SUAS:   https://craspsicologia.wordpress.com/2017/04/05/visita-domiciliar-no-suas/ […]

trackback
9 anos atrás

[…] para vocês, especialmente para quem leu o texto que publiquei recentemente aqui: Visita Domiciliar no SUAS, o livro A Polícia das Famílias em […]

Janete Pereira Cunha
Janete Pereira Cunha

Olá! Sou Ass Social, atuei na saúde e desde 2008 atuo no SUAS. Penso que esse tema a VD será sempre de grande relevância. Volte e meia ocorre de colegas fazerem confusões e acharem que ir a casa da pessoa é como ir numa praça. Banalizam essa ação, não respeitam nem o técnico, ou seja, o assistente social e tampouco a família. Para mim e sempre uma prática invasiva que só ocorre na casa ou moradia do pobre. Portanto essa ação deverá ser feita com muita técnica, profissionalismo e respeito. Não é uma ação que poderá ser feita por profissional de outra área sem a presença do Assistente Social. Cada qual no seu espaço.

Camila Moura
9 anos atrás

Após o seu texto fiquei pensando… Se a visita domiciliar já é invasiva, imagina realizada por “visitadores sociais” contratados pelos município – sem nenhuma formação – para executarem as propostas do Criança Feliz?
Sempre me preocupo muito, quando faço visitas domiciliares, com a privacidade das famílias…
É um ambiente complexo, multidimensional, que necessita de um olhar diferenciado para abarcar os contrastes que devem ir além do que é aparente no momento da VD.

trackback
9 anos atrás

[…] ser usada nos dias atuais assim como foi lá no início e meados do século passado. (a leitura da Parte 1 é fortemente recomendada: Visita Domiciliar no SUAS). É óbvio que as construções teóricas e […]

roqueline oliveira pereira
9 anos atrás

sabemos que a equipe do CRAS , é formando pelo um corpo e, mesmo assim muitos não querem aceitar VD. no meu haver tem que ser acompanhado.

Tereza Fernandes
9 anos atrás

Informações muito relevantes para a pratica de nossa atuação psicossocial.Gostei demais da parte I e aguardo as demais informações na parte II.

Jacqueline Kaster
9 anos atrás

Bom dia!
Sou educadora social e aguardo as discussões sobre o “Criança Feliz”.
Gostei da observações e dos comentários. Parabéns pela contribuição.

Vanda Cristina de Oliveira Santos
Vanda Cristina de Oliveira Santos
8 anos atrás

Gostei muito do tema abordado.
Sou Agente Comunitário de Saúde no
Município do RJ. Hj a maioria do Agentes de Saúde, tem ou estão em formação técnica ou Acadêmica. Quanto as VDs, nós como agentes saúde, acompanhamos mensalmente gestantes, crianças e hipertensos e diabéticos. Sempre que necessário acompanhamos os psicólogos em suas VDs. Não passamos essa idéia de evasão porque conhecemos as famílias e elas nos conhecem. É tipo a hora que chegarmos somos bem vindo, a carência é grande e urgente. A alegria é muito grande qdo levamos esses profissionais até eles.

Eliane Fragoso Timóteo
Eliane Fragoso Timóteo
8 anos atrás

Rozana!
Sou Assistente Social em formação e gostaria muito de participar do seu grupo.
Quero aprimorar meus conhecimentos com vocês.
Concluo meu curso no próximo ano.
Desde já agradeço

Telma Borges Fernandez
Telma Borges Fernandez
Responder para  Rozana Fonseca
8 anos atrás

Gostaria de participar desse grupo .Antecipadamente agradeço.
Telma

Ianne Carvalho
Ianne Carvalho
8 anos atrás

Desculpe a ignorância, mas assistente sociais de instituição filantrópica são considerados profissionais do SUAS? Tenho essa dúvida!

Thaís Acosta Batistella
Responder para  Ianne Carvalho
8 anos atrás

Bom dia tudo bem?Sou Assistente Social e atuo em Organização da Sociedade Civil, concluo que sim, somos profissionais do SUAS, pois atuamos nas questões de diminuição das mazelas sociais também, embora tenhamos que assumir por muitas vezes o papel que o Estado não consegue cumprir, cabe à nós trabalhadores de instituições como estas colaborar na minimização das questões sociais in loco.
Abraços fraternos.

Thaís Acosta Batistella
8 anos atrás

Parabéns pela explanação do assunto!!!Adorei o comentário sobre o “Criança Feliz”, no aguardo de post sobre este tema.

flavia
flavia
8 anos atrás

Excelente

Jones Barreto Corrêa
Jones Barreto Corrêa
7 anos atrás

Bom dia, Rozana!
Excelentes abordagens ao tema! Muita criticidade!
Eu gostaria de um sugestão (se souber) de onde conseguir o livro: “Visita domiciliar: teoria e prática”. Eu não o encontro em lugar algum. Está esgotado em muitas livrarias.
Um abraço!

Keila Moraes Rodrigues
Keila Moraes Rodrigues
5 anos atrás

Ainda não ficou claro pra mim se trabalhadores de nível médio podem ou não fazer abordagens em visitas domiciliares. Porque o que foi colocado por uma assessoria que recentemente prestou capacitação no município onde atuo, foi que educadores sociais no ato das visitas domiciliares, acompanhados dos técnicos de nível superior, teriam que se manterem em silêncio, sem esboçar qualquer tipo de manifestação.

Keila Moraes Rodrigues
Keila Moraes Rodrigues
Responder para  Rozana Fonseca
5 anos atrás

Causou muito estranhamento entre nós também.
O que foi pontuado sobre essa questão foi como aqui enfrentamos uma rotatividade muito grande funcionários, muitas vezes o técnico recém chegado no serviço fica inseguro de ir às visitas sozinho. E é aí que entramos, pois segundo essa assessoria, até poderíamos ir, como ‘suporte’ para o assistente social ou psicólogo, porém, nós enquanto educadores sociais não poderíamos manifestar orientação durante o atendimento domiciliar, que seria atribuições apenas dos técnicos de nível superior.

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