Estou precisado de um modelo de relatório de atendimento psicológico do CREAS, tem alguém que possa me ajudar? Maristela psicologa ________________________________
Rozana, bom dia, sou psicologa e constantemente que questiono a respeito de nossa atuação no SUAS, vejo muitos materiais colocando como função do psicologo no SUAS a escuta de crianças vitimas de violência sexual como uma forma de avaliação primária (coletar informações consistentes para que o Conselho Tutelar realize a denúncia) mas me questiono a respeito disso, tendo em vista que conforme alguns materiais que tenho lido no site a função do psicologo não se diferencia com a do Assistente social e advogado. Assim sendo, a quem caberia essa intervenção? tendo em vista que os conselheiros tutelares não se acham capacitados a promover esse atendimento? em casos de suspeita mesmo, onde não se tem o relato da criança, qual a melhor intervenção a ser adotada? o conselho aborda o assunto com a criança? o caso é imediatamente passado para a delegacia que procederá com a investigação? enfim, agradeço.
Olá Maristela, tudo bem? Procure o Manual para elaboração de documentos psicológicos foi o conselho construiu, tenho certeza que será de grande ajuda.
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Diego Felipe de Souza
9 anos atrás
Concordo com o texto que devemos tomar o cuidado para não culpabilizar os sujeitos, porém creio que também devemos tomar o cuidado para não vitimizar e tirar as responsabilidades dos sujeitos em relação a própria vida.
Para que os sujeitos alcancem a tão sonhada (por nós) “autonomia”, é preciso que eles também se responsabilizem pelos seus atos e “arquem” com as consequências. Não podemos, por exemplo, ser negligentes em alguns casos por pensar que a “culpa” da situação é toda do “sistema” que não garante uma vida digna, porque aí caímos também na armadilha de transformar os sujeitos em vitimas que não tem como ser diferentes por conta da situação que se encontram.
Garantir os direitos dos usuários sim, inclusive o direito de se responsabilizar pelos seus atos, ou falta deles.
Em se tratando de relatório preciso muito de umas orientações, porque sempre tem mudanças e temos que está atualizados, e dificilmente ter capacitação em nosso município para técnico de assistência em serviço social.
No comentário anterior falando que estava precisando me atualizar na questão de relatórios social, porem trabalho no CRAS e dando suporte ao PBF, no caso de descumprimento das condicionalidades…
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Dinalva Maria da Silva
9 anos atrás
Trabalho na Proteção Social Básica e ao depararmos com a demanda das famílias e indivíduos…entendo o teor teórico do texto,quando nos fala da ” observação sensível, tendo em vista a aparência muitas vezes não representar a essência da situação apresentada e é através dela que temos a possibilidade de desvelar o real”,pois também somos chamados a elaborar relatórios de acompanhamento familiar e assim vem a responsabilidade para relatar esse acompanhamento.Obrigada Lívia é muito bom ter profissionais igual a você,que disponibiliza e tempo para pesquisar e compartilhar conhecimento.
Boa Tarde, adorei o texto, muito válido dialogarmos sobre essa temática.
Que nosso trabalho no SUAS não se torne automático, que o nosso trabalho tenha centralidade no atendimento das famílias e como pressuposto o fortalecimento e o resgate de vínculos familiares e comunitários, ou a construção de novas referências, quando for o caso.
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Laiz Vilela
7 anos atrás
Olá! Referente ao assunto de elaboração de documentos como relatórios solicitados pelo ministério público me deixa muito insegura.. Trabalho recentemente no Cras e tem surgido essas demandas de acompanhamento e resposta de 3 em 3 meses.. pra mim que estou recente na área fica um pouco bagunçado em saber realmente qual o meu papel a quem devo reportar nesses casos.. Alguém pode compartilhar suas experiências , caso tenha acontecido e como resolveram rsrs
Estou precisado de um modelo de relatório de atendimento psicológico do CREAS, tem alguém que possa me ajudar? Maristela psicologa ________________________________
Rozana, bom dia, sou psicologa e constantemente que questiono a respeito de nossa atuação no SUAS, vejo muitos materiais colocando como função do psicologo no SUAS a escuta de crianças vitimas de violência sexual como uma forma de avaliação primária (coletar informações consistentes para que o Conselho Tutelar realize a denúncia) mas me questiono a respeito disso, tendo em vista que conforme alguns materiais que tenho lido no site a função do psicologo não se diferencia com a do Assistente social e advogado. Assim sendo, a quem caberia essa intervenção? tendo em vista que os conselheiros tutelares não se acham capacitados a promover esse atendimento? em casos de suspeita mesmo, onde não se tem o relato da criança, qual a melhor intervenção a ser adotada? o conselho aborda o assunto com a criança? o caso é imediatamente passado para a delegacia que procederá com a investigação? enfim, agradeço.
Olá Maristela, tudo bem? Procure o Manual para elaboração de documentos psicológicos foi o conselho construiu, tenho certeza que será de grande ajuda.
Concordo com o texto que devemos tomar o cuidado para não culpabilizar os sujeitos, porém creio que também devemos tomar o cuidado para não vitimizar e tirar as responsabilidades dos sujeitos em relação a própria vida.
Para que os sujeitos alcancem a tão sonhada (por nós) “autonomia”, é preciso que eles também se responsabilizem pelos seus atos e “arquem” com as consequências. Não podemos, por exemplo, ser negligentes em alguns casos por pensar que a “culpa” da situação é toda do “sistema” que não garante uma vida digna, porque aí caímos também na armadilha de transformar os sujeitos em vitimas que não tem como ser diferentes por conta da situação que se encontram.
Garantir os direitos dos usuários sim, inclusive o direito de se responsabilizar pelos seus atos, ou falta deles.
Em se tratando de relatório preciso muito de umas orientações, porque sempre tem mudanças e temos que está atualizados, e dificilmente ter capacitação em nosso município para técnico de assistência em serviço social.
No comentário anterior falando que estava precisando me atualizar na questão de relatórios social, porem trabalho no CRAS e dando suporte ao PBF, no caso de descumprimento das condicionalidades…
Trabalho na Proteção Social Básica e ao depararmos com a demanda das famílias e indivíduos…entendo o teor teórico do texto,quando nos fala da ” observação sensível, tendo em vista a aparência muitas vezes não representar a essência da situação apresentada e é através dela que temos a possibilidade de desvelar o real”,pois também somos chamados a elaborar relatórios de acompanhamento familiar e assim vem a responsabilidade para relatar esse acompanhamento.Obrigada Lívia é muito bom ter profissionais igual a você,que disponibiliza e tempo para pesquisar e compartilhar conhecimento.
[…] Texto 1: Direção social, elaboração de relatórios e o trabalho na proteção social especial: https://craspsicologia.wordpress.com/2017/03/07/direcao-social-elaboracao-de-relatorios-e-o-trabalho… Texto 2: Visita Domiciliar no SUAS: […]
Boa Tarde, adorei o texto, muito válido dialogarmos sobre essa temática.
Que nosso trabalho no SUAS não se torne automático, que o nosso trabalho tenha centralidade no atendimento das famílias e como pressuposto o fortalecimento e o resgate de vínculos familiares e comunitários, ou a construção de novas referências, quando for o caso.
Olá! Referente ao assunto de elaboração de documentos como relatórios solicitados pelo ministério público me deixa muito insegura.. Trabalho recentemente no Cras e tem surgido essas demandas de acompanhamento e resposta de 3 em 3 meses.. pra mim que estou recente na área fica um pouco bagunçado em saber realmente qual o meu papel a quem devo reportar nesses casos.. Alguém pode compartilhar suas experiências , caso tenha acontecido e como resolveram rsrs