Muito bom falar sobre esse assunto que tanto aparece no dia a dia de quem trabalha no SUAS. Hj consigo entender claramente essa fusão, mas no município que trabalho temos dificuldade de fazer com que os técnicos do Cras tenham esse olhar assim tb como a gestão (secretária) que sempre quer separar os usuários e não compreende que qdo esse usuário chegou até o Creas é pq talvez algo falhou no caminho dessa família e pq não amarrar todo o serviço e fazer com essa familia se sinta acolhida pelo SUAS? A gestão algumas vezes atrapalha muito nosso trabalho qdo quer apenas vê números de Cras e Creas
Realmente essa é uma questão importante e que vejo diariamente , em questões relacionadas ao Conselho Tutelar isso é recorrente uma vez que muitas vezes eles encaminham para que seja “visto” se há violação de direitos. Ocorre também que no meio dessa confusão que estamos vivendo na Assistência, associado às mudanças de prefeitos e gestores municipais , os vínculos precários dos inúmeros servidores da assistência ainda nos pegamos com esse cenário do profissional que compete com o outro e que não entende que só nos fortalecemos coletivamente, criando a identidade do serviço e não sendo o salvador e o que sabe tudo.
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Maria Aparecida Jorge
8 anos atrás
Olá,Rozana, Lívia, e demais leitores desse BLOG, boa tarde!
Como sempre gosto bastante de tudo que vocês publicam e utilizo compartilhando com todos das equipes técnicas, mas gostaria de propor a troca de uma só palavra, como uma opinião minha, mas sem retirar nada do texto que está muito bom. Eu trocaria a palavra parceria, para um trabalho sistêmico, consagrando que estamos todos no sistema SUAS, e de forma bem mineira ORGANIZAR,LUTAR E RESISTIR.
Abraços.
Olá Cidinha!
Obrigada por este comentário tão agregador.
Realmente a proposta é de que todos se posicionem como parte do sistema, e não da forma fragmentada como temos assistido atualmente. Ainda há muito o que avançar!
Bjo grande!
Oi Cidinha,
Obrigada por participar aqui!
Você tem razão, também penso que parceria traz a ideia de que é algo pontual e que depende de boas relações e acaba não reforçando que se trata de uma diretriz da implantação e oferta dos serviços.
Acredito que é justamente isso que Lívia propôs, mas o uso da palavra deixa essa interpretação.
O que você acha, Lívia?
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Deusina
8 anos atrás
Talvez se considerar vulnerabilidade, risco e violação de direitos de familias e indivíduos, no território, fique mais fácil compreender este contínuo da proteção social básica e especial, de média e alta complexidade, para além dos CRAS e CREAS. Uma rede de serviços benefícios programas e projetos para garantir segurança de renda convivência e acolhida. A situação de dependência em virtude da deficiência e da idade pessoas idosas por exemplo, é um risco por violação de direitos de Cuidados e Cuidadores familiares, tem serviço em Centro Dia, na PSE de média complexidade. A PSB na sua funcao de proteger nas vilnerabilifades, tem servivo no domicílio para Pcd e Idosos. É o SUAS.
Isso. Esta divisão por níveis e unidades de oferta é para possibilitar uma gestão e resposta mais eficazes e eficientes à população, mas os cidadãos são de todo mundo, inclusive da saúde, educação e …várias outras políticas públicas pelas quais ele pode circular.
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Roberta Brito
8 anos atrás
Boa tarde. Tenho um artigo sobre atendimento psicossocial no Creas. Gostaria de saber como fazer para publicar. É indicação de revistas indexadas para publicação. Desde já agradeço a atenção. Roberta Brito
Acredito que somente a reflexão e a discussão em conjunto, de todos os trabalhadores da Assistência dentro de seu território, poderá fortalecer a Política de Proteção Social.
[…] do BPS que discorreu de forma leve e precisa a respeito da interação entre CRAS e CREAS: CRAS versus CREAS: que trabalho conjunto é esse? notem que o título contem a palavra versus! […]
Muito bom falar sobre esse assunto que tanto aparece no dia a dia de quem trabalha no SUAS. Hj consigo entender claramente essa fusão, mas no município que trabalho temos dificuldade de fazer com que os técnicos do Cras tenham esse olhar assim tb como a gestão (secretária) que sempre quer separar os usuários e não compreende que qdo esse usuário chegou até o Creas é pq talvez algo falhou no caminho dessa família e pq não amarrar todo o serviço e fazer com essa familia se sinta acolhida pelo SUAS? A gestão algumas vezes atrapalha muito nosso trabalho qdo quer apenas vê números de Cras e Creas
Realmente essa é uma questão importante e que vejo diariamente , em questões relacionadas ao Conselho Tutelar isso é recorrente uma vez que muitas vezes eles encaminham para que seja “visto” se há violação de direitos. Ocorre também que no meio dessa confusão que estamos vivendo na Assistência, associado às mudanças de prefeitos e gestores municipais , os vínculos precários dos inúmeros servidores da assistência ainda nos pegamos com esse cenário do profissional que compete com o outro e que não entende que só nos fortalecemos coletivamente, criando a identidade do serviço e não sendo o salvador e o que sabe tudo.
Olá,Rozana, Lívia, e demais leitores desse BLOG, boa tarde!
Como sempre gosto bastante de tudo que vocês publicam e utilizo compartilhando com todos das equipes técnicas, mas gostaria de propor a troca de uma só palavra, como uma opinião minha, mas sem retirar nada do texto que está muito bom. Eu trocaria a palavra parceria, para um trabalho sistêmico, consagrando que estamos todos no sistema SUAS, e de forma bem mineira ORGANIZAR,LUTAR E RESISTIR.
Abraços.
Cidinha.
Olá Cidinha!
Obrigada por este comentário tão agregador.
Realmente a proposta é de que todos se posicionem como parte do sistema, e não da forma fragmentada como temos assistido atualmente. Ainda há muito o que avançar!
Bjo grande!
Oi Lívia, acabei respondendo Cidinha sem ler o seu comentário. Realmente é isso, precisam compreender que não tem a opção “NÃO articular”.
Oi Cidinha,
Obrigada por participar aqui!
Você tem razão, também penso que parceria traz a ideia de que é algo pontual e que depende de boas relações e acaba não reforçando que se trata de uma diretriz da implantação e oferta dos serviços.
Acredito que é justamente isso que Lívia propôs, mas o uso da palavra deixa essa interpretação.
O que você acha, Lívia?
Talvez se considerar vulnerabilidade, risco e violação de direitos de familias e indivíduos, no território, fique mais fácil compreender este contínuo da proteção social básica e especial, de média e alta complexidade, para além dos CRAS e CREAS. Uma rede de serviços benefícios programas e projetos para garantir segurança de renda convivência e acolhida. A situação de dependência em virtude da deficiência e da idade pessoas idosas por exemplo, é um risco por violação de direitos de Cuidados e Cuidadores familiares, tem serviço em Centro Dia, na PSE de média complexidade. A PSB na sua funcao de proteger nas vilnerabilifades, tem servivo no domicílio para Pcd e Idosos. É o SUAS.
Isso. Esta divisão por níveis e unidades de oferta é para possibilitar uma gestão e resposta mais eficazes e eficientes à população, mas os cidadãos são de todo mundo, inclusive da saúde, educação e …várias outras políticas públicas pelas quais ele pode circular.
Boa tarde. Tenho um artigo sobre atendimento psicossocial no Creas. Gostaria de saber como fazer para publicar. É indicação de revistas indexadas para publicação. Desde já agradeço a atenção. Roberta Brito
Oi Roberta,
Favor enviar um e-mail com o texto para psicologianosuas@gmail.com
Eu que agradeço!
Acredito que somente a reflexão e a discussão em conjunto, de todos os trabalhadores da Assistência dentro de seu território, poderá fortalecer a Política de Proteção Social.
[…] do BPS que discorreu de forma leve e precisa a respeito da interação entre CRAS e CREAS: CRAS versus CREAS: que trabalho conjunto é esse? notem que o título contem a palavra versus! […]