Busca ativa: estratégia para o Trabalho Social com Famílias

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Fernanda karla
Fernanda karla
9 anos atrás

Amei o texto, li e também gostei muito do texto que fala sobre autonomia. Você nem imagina o quanto tem ajudado os trabalhadores do Suas. Paraom tem sido de grande valia. Parabéns e muito sucesso!

Mariana Gervasio
9 anos atrás

Gostei muito e vou utiliza-lo na reunião de equipe!

Andressa Dias
Andressa Dias
9 anos atrás

Adorei..Adorei..Adorei..é para aplaudir de pé esse texto..sempre muito bem fundamentada. Sucesso…

Rafael Morais
Rafael Morais
9 anos atrás

Muito bom o texto Rozana, parabéns sempre!

Daniela Costa
Daniela Costa
9 anos atrás

Seu texto foi de grande valia… Parabéns por dividir o seu conhecimento e sua experiência! Sou Técnica de nível médio em um CRAS e as vezes entramos nesses embates uma vez que no equipamento se entende que a busca ativa deve ser feita única e exclusivamente pelos técnicos de nível médio.

Isabel
Isabel
9 anos atrás

Ótimo texto e bastante esclarecedor sobre uma das práticas dos psicólogos na redesocioassistencial. Parabéns

Alba
Alba
9 anos atrás

Adoreio o texto, muito bacana e esclarecedor o texto, vou compartilhar com meus colegas!!

um abraço,

Maria da Guia de Lima Reis
Maria da Guia de Lima Reis
9 anos atrás

ADOREI SEU TEXTO, TIROU MUITO MINHAS DÚVIDAS EM RELAÇÃO AOS PROFISSIONAIS QUE ATUAM JUNTO A BUSCA ATIVA DA SECRETARIA.

Helen Jane Viana Ferreira
Helen Jane Viana Ferreira
9 anos atrás

muito interessante o texto! condiz exatamente com o trabalho que realizo e pela longa experiencia percebo a quantidade de famílias sem situação de desproteção social e a busca ativa tem sido de fundamental importância para essas famílias pois possibilita levar até elas o conhecimento das redes de serviços para que tenham o acesso as politicas publicas.

muito bom o texto!

Dayane Barreto de Souza
Dayane Barreto de Souza
9 anos atrás

Olá, gostei muito do seu blog. Minha duvida é quanto a busca ativa, visita domiciliar e cadu em domicílio. Pode ser feito sozinho pelo profissional ou deve ser feito em dupla?

Mônica Ellwanger
Mônica Ellwanger
9 anos atrás

Excelente texto, Rozana! Muito esclarecedor! Minha dúvida fica com relação a vigilância socioassistencial: atuo em um município com 55 mil habitantes e não se dispõe de setor ou profissional responsável por estes dados. Atua-se nos territórios por uma divisão feita de forma empírica, por observação, ficando um técnico de referência para cada um deles (são 4 num total). Penso que a busca ativa é um instrumento muito rico pois assegura o acesso das famílias aos equipamentos e serviços. Mas como sistematizá-la a partir da inexistência de dados locais (exceto os de CAD Unico)?

trackback
9 anos atrás

[…] Busca ativa: estratégia para o Trabalho Social com Famílias […]

Luana
Luana
9 anos atrás

Amei o texto! Muito claro, objetivo! Gostaria muito de ler algo seu sobre uma questão específica da busca ativa. Tenho percebido muitos pedidos de informações ao CRAS pelo poder judiciário, por exemplo, que requerem dos técnicos a procura do usuário para construção das respostas que devem ser enviadas. Alguns profissionais tem entendido essa ação como busca ativa, porém compreendo como apenas uma visita domiciliar (quando se vai à residência). Você poderia me ajudar nessa reflexão? Grata e parabéns!

Lucas Reis
Lucas Reis
8 anos atrás

Obrigado pelo texto, muito interessante.

Leidiane
Leidiane
8 anos atrás

Excelente texto, como todos os demais, contudo, no meu município há uma discussão sobre a Busca Ativa que ainda não conseguimos superar. A dúvida é sobre o público da Busca Ativa em si, eu devo buscar apenas quem ainda não acessa/conhece a rede de serviços? Quem já foi atendido/acompanhado e não procurou mais o serviço também caberia busca ativa?

Maria de Fátima da Costa Silva Carvalho
Maria de Fátima da Costa Silva Carvalho
7 anos atrás

Boa noite!
Cai aqui no blog de paraquedas e estou amando, tudo que eu precisava pra tirar todas as minhas dúvidas em relação a PSB, entre outras, levando em conta que estou estagiando.
Muito obrigada por dividir seus conhecimentos.

Bárbara
Bárbara
7 anos atrás

Quanto ao CREAS vejo esta velha fala ” não fizemos investigação” o próprio CRESS 10° região já passou orientação via e-mail sobre isto.Porque há muita divergência de opinião e percepção relacionada aos encaminhamentos de denúncia por exemplo.Disque 100 e ou Ministério Público.Estamos falando em violação de direitos.Portanto, não podemos continuar com o discurso ” CREAS não faz investigação”. Quando atuamos com as demandas não é para investigar, mas para orientar e encaminhar as famílias no acesso aos seus direitos, sendo que não nos compete julgar ou barrar as demandas …engessados e limitados a partir da leitura interpretativa das orientações técnicas.Já atendi várias situações e uma delas semana passada me fez refletir…uma idosa funcionária pública aposentada chegou no meu trabalho solicitando moradia, mas no decorrer da entrevista observei que ela era vítima de violência.Portanto, as demandas estão aí e precisamos acolher da melhor forma.

Jeferson bezerra
Jeferson bezerra
5 anos atrás

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