Tatiana, uma forma é mostrando que grande parte da demanda não é eventual e sim estrutural da condição de pobreza daquela família, portanto não pode ser considerado um benefício eventual, e assim deve fazer parte da Política de Segurança Alimentar, que é outra política, e não faz parte do SUAS; ou então ser colocado no lugar um programa de transferência de renda municipal!
[…] deverão consultar artigos, dissertações e cadernos oficiais sobre este assunto – o texto Precisamos falar sobre a cesta básica, da Tatiana Borges, problematiza isso ao dialogar com um artigo recente da Gisele Bovolenta – […]
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Meria Dias
8 anos atrás
Boa noite, lamentável realidade,eu penso que um plano de acompanhamento familiar bem elaborado, voltado para a emancipacao da família. A renda é um dos maiores fatores das mazelas sociais, acredito que somente com um trabalho em rede que potencialize a família, poderemos ir além de tudo que vivenciamos e que vem sendo maquiado com benefício eventual,mas que infelizmente não passa de um assistencialismo.
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Marcelo Soares Vilhanueva
8 anos atrás
Ótimo texto, e fundamental ser lido e debatido pelas equipes do SUAS!!!! Só acrescentaria um ponto: cesta básica também serve como moeda eleitoral para os políticos, e por isso é tão usada!!! Por que não colocar no lugar um programa de transferência de renda municipal?
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Daniel Dias
8 anos atrás
Debate antigo e texto atual!
Estes são os pontos que sempre questionei.
Parabéns!
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Valquiria
6 anos atrás
Texto perfeito. Traduz de maneira clara, embasada e técnica a realidade referente aos “benefícios eventuais” .
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Cleidimara de Almeida
6 anos atrás
Tô desesperada tenho 3 filhos de me nó tou precisando muito de uma cesta básica
Na verdade há previsão, como benefício eventual decorrente de vulnerabilidade temporária no art. 7º do Decreto Federal 6.307/2007. Entendo que a concessão de cesta básica nos Cras promove a não vinculação dos usuários com o serviço, os usuários condicionam participar do que é proposto “se ganhar cesta básica” no município que trabalho estamos estudando a troca de cesta básica por cartão alimentação (pecúnia) onde necessariamente se fará um plano de acompanhamento familiar, além de garantir mais autonomia para as famílias, comprar o que precisa e não o que é imposto à elas, sempre faço uma crítica ao número expressivo de usuários diabéticos que o Estado contribui para o agravamento da doença com cestas básicas predominantemente de carboidratos simples. Sou a favor de uma Política Pública organizada e estruturada de Segurança Alimentar e Nutricional, mas acho que isso só ficou no papel.
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Gigi
3 anos atrás
Hj fui no CRAS solicitar uma cesta, foi um constragimento terrível !!n pretendo voltar mais .
Parece uma esmola .
Me senti um lixo mendigando cesta .
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Adriana
1 ano atrás
Não sei se aqui seria o caso, mas vcs já tentaram comer o feijão e tomar o café que vem na cesta básica, acredito que não né? e não é pq a pessoa precisa tem que ser porcaria, acredito que estão jogando dinheiro fora com isso, quem arruma essas cestas deveriam provar. Só um desabafo. Ahh eu não preciso e não pego cesta, mas tenho dó de quem precisa, prefeitura jogando dinheiro fora pq café deve ir pro lixo e feijão tbm. Outra coisa ouvi dizer que vem produto de limpeza, as pessoas que eu conheço que pega nunca vi produtos de limpeza, nem um sabonete.
UAU. MARAVILHOSO. PARABÉNS.
Obrigada!
Ótima reflexão!!!!
Muito bom! Com certeza precisamos falar sobre essa “água doce” e tencionar as gestões de outras políticas e/ou até a criação destas. Parabéns!
Isso mesmo, quanto mais reflexões, mais fortalecimento das políticas públicas.
Que texto mara!!!! Em suma, tudo que vivenciamos num texto claro e objetivo!! Vamos debater já!! Adorei!! Parabéns!!
Obrigada! Sim , vamos trazer à tona nossas angústias e necessidades dos usuários. Precisamos de avanços na gestão e financiamento dos benefícios
Muito bom o texto! Perfeito! Expõe este “nó” que hoje se encontra na politica pública da Assistência Social… Parabéns!
Texto muito bom! parabéns por toda sua colocação.
Obrigada! Quanto mais reflexões, analises, pesquisas, olhares…, mais fomentaremos essa discussão que precisa ser tensionada na assistência social
Muito bom!
Obrigada!
Texto muito pertinente. A cesta básica faz parte do meu cotidiano profissional e sempre me trouxe muita angustia.
Parabéns. Texto muito bom para reflexão e para ações nas políticas públicas.
Excelente texto. Este é um dos temas que mais nos incomoda ao pensarmos a assistência social como direito.
Parabéns pelo texto! Extremamente esclarecedor e importante para nossa atuação no SUAS, especificamente no CRAS onde há muita demanda de cesta básica.
Tatiana, por favor, como poderíamos discutir esse assunto com a gestão, uma vez que a cesta básica já está como benefício eventual no município?
Tatiana, uma forma é mostrando que grande parte da demanda não é eventual e sim estrutural da condição de pobreza daquela família, portanto não pode ser considerado um benefício eventual, e assim deve fazer parte da Política de Segurança Alimentar, que é outra política, e não faz parte do SUAS; ou então ser colocado no lugar um programa de transferência de renda municipal!
[…] deverão consultar artigos, dissertações e cadernos oficiais sobre este assunto – o texto Precisamos falar sobre a cesta básica, da Tatiana Borges, problematiza isso ao dialogar com um artigo recente da Gisele Bovolenta – […]
Boa noite, lamentável realidade,eu penso que um plano de acompanhamento familiar bem elaborado, voltado para a emancipacao da família. A renda é um dos maiores fatores das mazelas sociais, acredito que somente com um trabalho em rede que potencialize a família, poderemos ir além de tudo que vivenciamos e que vem sendo maquiado com benefício eventual,mas que infelizmente não passa de um assistencialismo.
Ótimo texto, e fundamental ser lido e debatido pelas equipes do SUAS!!!! Só acrescentaria um ponto: cesta básica também serve como moeda eleitoral para os políticos, e por isso é tão usada!!! Por que não colocar no lugar um programa de transferência de renda municipal?
Debate antigo e texto atual!
Estes são os pontos que sempre questionei.
Parabéns!
Texto perfeito. Traduz de maneira clara, embasada e técnica a realidade referente aos “benefícios eventuais” .
Tô desesperada tenho 3 filhos de me nó tou precisando muito de uma cesta básica
[…] Precisamos falar sobre a cesta básica […]
Na verdade há previsão, como benefício eventual decorrente de vulnerabilidade temporária no art. 7º do Decreto Federal 6.307/2007. Entendo que a concessão de cesta básica nos Cras promove a não vinculação dos usuários com o serviço, os usuários condicionam participar do que é proposto “se ganhar cesta básica” no município que trabalho estamos estudando a troca de cesta básica por cartão alimentação (pecúnia) onde necessariamente se fará um plano de acompanhamento familiar, além de garantir mais autonomia para as famílias, comprar o que precisa e não o que é imposto à elas, sempre faço uma crítica ao número expressivo de usuários diabéticos que o Estado contribui para o agravamento da doença com cestas básicas predominantemente de carboidratos simples. Sou a favor de uma Política Pública organizada e estruturada de Segurança Alimentar e Nutricional, mas acho que isso só ficou no papel.
Hj fui no CRAS solicitar uma cesta, foi um constragimento terrível !!n pretendo voltar mais .
Parece uma esmola .
Me senti um lixo mendigando cesta .
Não sei se aqui seria o caso, mas vcs já tentaram comer o feijão e tomar o café que vem na cesta básica, acredito que não né? e não é pq a pessoa precisa tem que ser porcaria, acredito que estão jogando dinheiro fora com isso, quem arruma essas cestas deveriam provar. Só um desabafo. Ahh eu não preciso e não pego cesta, mas tenho dó de quem precisa, prefeitura jogando dinheiro fora pq café deve ir pro lixo e feijão tbm. Outra coisa ouvi dizer que vem produto de limpeza, as pessoas que eu conheço que pega nunca vi produtos de limpeza, nem um sabonete.