Muito bom o texto, nos faz refletir sobre o nosso fazer profissional, a importância de situarmos a família no contexto em que ela vive, fazermos uma boa análise de conjuntura. Afinal nem sempre é a família que esta negligenciando e sim o Estado.
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Vanusa
9 anos atrás
Excelente texto, sucinto e provocativo.
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Aline lima
9 anos atrás
Muito bom o texto!
Nos leva a refletir sobre o trabalho realizado com as famílias, sobretudo, as suas especificidades.
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Evandro Batista
9 anos atrás
Particularmente, entendo que a melhor maneira para não cairmos, muitas vezes automaticamente, inconscientemente, na banalização do conceito de negligência é ter sempre em vista a garantia de direitos. Quando se começa a hipotetizar a negligência da família deve-se perguntar se há algum direito ameaçado ou violado e, principalmente, se há um movimento da família no sentido de prover e proteger seus membros. Se existe na família essa preocupação e um mínimo de movimento nesse sentido, muito provavelmente, a suposta negligência é subjacente a diversos outros fatores. Esse é o caminho apontado pelo informativo nº 05 da coordenação geral dos SCFV’s do departamento de PSB do MDSa ao tratar do conceito de negligência. Infelizmente, o trecho abaixo, extraído deste artigo, é o que caracteriza melhor o dia a dia da assistência social ao lidar com a negligência.
“A caracterização destes casos tende a ser carregada de concepções discriminatórias, que recaem especial e principalmente sobre as camadas mais pobres, associando negligência e pobreza, o que favorece de certo modo a criminalização da pobreza e das famílias pobres pela dimensão do social que lhes é atribuída, sendo vistas como “problema social”.
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Carla Souza
9 anos atrás
Texto maravilhoso e enriquecedor para a nossa prática!!!
[…] Profissionais do SUAS: Qual a bandeira que nos une? – e Preconceito de quem? Algumas inquietações sobre as relações entre trabalhadores e usuários no SUAS Textos Lívia de Paula para o BPS .Reflexões sobre negligência familiar no contexto da política de assistência social – Texto… […]
Muito bom o texto, nos faz refletir sobre o nosso fazer profissional, a importância de situarmos a família no contexto em que ela vive, fazermos uma boa análise de conjuntura. Afinal nem sempre é a família que esta negligenciando e sim o Estado.
Excelente texto, sucinto e provocativo.
Muito bom o texto!
Nos leva a refletir sobre o trabalho realizado com as famílias, sobretudo, as suas especificidades.
Particularmente, entendo que a melhor maneira para não cairmos, muitas vezes automaticamente, inconscientemente, na banalização do conceito de negligência é ter sempre em vista a garantia de direitos. Quando se começa a hipotetizar a negligência da família deve-se perguntar se há algum direito ameaçado ou violado e, principalmente, se há um movimento da família no sentido de prover e proteger seus membros. Se existe na família essa preocupação e um mínimo de movimento nesse sentido, muito provavelmente, a suposta negligência é subjacente a diversos outros fatores. Esse é o caminho apontado pelo informativo nº 05 da coordenação geral dos SCFV’s do departamento de PSB do MDSa ao tratar do conceito de negligência. Infelizmente, o trecho abaixo, extraído deste artigo, é o que caracteriza melhor o dia a dia da assistência social ao lidar com a negligência.
“A caracterização destes casos tende a ser carregada de concepções discriminatórias, que recaem especial e principalmente sobre as camadas mais pobres, associando negligência e pobreza, o que favorece de certo modo a criminalização da pobreza e das famílias pobres pela dimensão do social que lhes é atribuída, sendo vistas como “problema social”.
Texto maravilhoso e enriquecedor para a nossa prática!!!
[…] Profissionais do SUAS: Qual a bandeira que nos une? – e Preconceito de quem? Algumas inquietações sobre as relações entre trabalhadores e usuários no SUAS Textos Lívia de Paula para o BPS .Reflexões sobre negligência familiar no contexto da política de assistência social – Texto… […]