[…] Thaís Gomes Assistente Social do CRAS no município de Conceição de Macabu – RJ desde junho de… […]
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Marcelo Soares
9 anos atrás
Ótimo texto! É fundamental falarmos sobre isso, e encontrarmos formas de enfrentar isso! Parece que as pessoas dão como natural a interferência política com interesses privados nas políticas públicas!
Os cargos comissionados destroem as políticas públicas, visto que muitas vezes as pessoas grudam nos cargos como formas de ter um salário maior, sendo que muitos são incorporados, e passam a ganhar para o resto da carreira, mesmo não estando no cargo! Precisamos lutar para acabar com isso!
Excelente pauta de discussão Thaís. Vocês propiciam a nós trabalhadores do SUAS este espaço para diálogo, o qual será mais relevante em 2017 em função dos cortes de gastos. A nossa política é nova, está se estruturando. Estamos iniciando pautas sobre qualidade dos serviços e já vamos sofrer revés orçamentário. Com corte de gastos as lutas vão retroceder a implantação ou manutenção de equipamentos e serviços. Ou para nosso desespero a assistência voltará a significar assistencialismo: enxoval, cesta básica, cadeira de roda e outros sem a devida regulamentação como direito.
[…] via Entre o pessimismo da razão e o otimismo da vontade: breves considerações sobre cultura política… […]
[…] Thaís Gomes Assistente Social do CRAS no município de Conceição de Macabu – RJ desde junho de… […]
Ótimo texto! É fundamental falarmos sobre isso, e encontrarmos formas de enfrentar isso! Parece que as pessoas dão como natural a interferência política com interesses privados nas políticas públicas!
Os cargos comissionados destroem as políticas públicas, visto que muitas vezes as pessoas grudam nos cargos como formas de ter um salário maior, sendo que muitos são incorporados, e passam a ganhar para o resto da carreira, mesmo não estando no cargo! Precisamos lutar para acabar com isso!
Excelente pauta de discussão Thaís. Vocês propiciam a nós trabalhadores do SUAS este espaço para diálogo, o qual será mais relevante em 2017 em função dos cortes de gastos. A nossa política é nova, está se estruturando. Estamos iniciando pautas sobre qualidade dos serviços e já vamos sofrer revés orçamentário. Com corte de gastos as lutas vão retroceder a implantação ou manutenção de equipamentos e serviços. Ou para nosso desespero a assistência voltará a significar assistencialismo: enxoval, cesta básica, cadeira de roda e outros sem a devida regulamentação como direito.