Divulgação CRAS Araguari/MG
CRAS 1- Brasília/Araguari-MG Tempo de funcionamento: 4 Anos Endereço: RUA Paranaguá, 228 Bairro Brasília – Araguari/MG População: 110 mil Habitantes Equipe profissional: 1 Psicóloga 2 Assistentes Sociais 1 Agente social 2 Atendentes do CadÚnico 1 Serviços Gerias Instrutores para as Oficinas (Dança, Teatro, Bordado em pedraria, Karaté, Artesanato em geral, Musicalização, Atividade física). Principais atividades: Acolhimento, Orientação individual e em grupo (familiar ou não) Grupos Psicossociais, Visitas domiciliares, Oficnas de convivência, entre outros. Contato: Para conhecer mais entre no Blog abaixo: http://blog.clickgratis.com.br/cras1araguarimg/ Sândra Santos Rodrigues – Psicóloga CRP 19.123/4ª (34) 9136-0601
Divulgue seu CRAS!
CRAS Brasil à fora!!!!!!! Prezados Profissionais atuantes nos CRAS de todos os Estados brasileiros! Este blog pode divulgar a existência, os eventos e o fazer do seu CRAS. Basta enviar os dados para rozanafonsecapsi@hotmail.com, ou deixe os dados através de comentários. Roteiro: Nome do(S) CRAS Tempo de funcionamento Endereço completo Cidade Porte (nº habitantes) Equipe profissional Eventos Principais atividades E outros dados que julgarem relevantes
Fiocruz discute impacto de iniciativas sociais na vida dos jovens
Informe ENSP – Fiocruz discute impacto de iniciativas sociais na vida dos jovens. Projetos Sociais ENSP, publicada em 02/06/2010 Iniciativas Sociais e seus impactos na qualidade de vida de jovens em situação de vulnerabilidade social será o tema do seminário, realizado pela Coordenadoria de Cooperação Social da Presidência da Fundação Oswaldo Cruz, no dia 7 de junho, no salão internacional da ENSP. A atividade está marcada para as 8 horas e conta com a participação do American Institutes for Research (AIR), que atua na elaboração, análise e avaliação de dados e resultados de projetos nas áreas de educação e saúde destinados a jovens em desvantagem social. Alguns dos temas apresentados no seminário abordam a importância do aprendizado sócio-emocional para a responsabilidade cidadã e o desenvolvimento da juventude; as comunidades seguras como estratégia contra violência; e a empregabilidade como estratégia de inserção socioeconômica.
Dogmas e preconceitos podem aumentar mortalidade materna
(…)”A existência de morte materna em um país que conta com medicina avançada é uma violência contra as mulheres”, disse Leila Linhares. Segundo ela, essas mortes significam que as mulheres não tiveram bom atendimento na hora do parto, não fizeram pré-natal adequado e outras questões referentes à oportunidade e acesso. “Esses óbitos acontecem em maior número entre mulheres mais pobres, com menor nível de escolaridade e com menos acesso a serviços de saúde”, acredita Leila. (…) Trabalho aborda silêncio e a naturalização da violência contra mulheres e crianças Já Marisa Chaves relatou casos cotidianos com os quais lida em seu trabalho sobre o silêncio e a naturalização da violência contra mulheres e crianças. “No Movimento de Mulheres de São Gonçalo (MMSG), que hoje desenvolve ações para evitar a violência contra mulheres, crianças e adolescentes, estamos fazendo um levantamento quantitativo de crianças que foram violentadas por pais biológicos ou padrastos, e que sua genitora também tenha passado por isso. Temos dados concretos e reais dessa questão casada. O silêncio daquela mãe para não revelar que sua filha está exposta a uma violência sexual está muito voltado para o fato de ela ter de naturalizar a violência sofrida por ela mesma no passado, e, na ocasião, não ter tido apoio nem rede de proteção social para desvelar esse fenômeno para a sociedade”, contou Marisa(…) Informe na íntegra, clique abaixo: Informe ENSP – !1Dogmas e preconceitos podem aumentar mortalidade materna.
Direito e Assistência Social
Com o objetivo de mobilizar os operadores do direito para aprofundar o conhecimento, a produção jurídica e a implementação da política pública de assistência social, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS, por meio da Secretaria Nacional de Assistência Social – SNAS promove nos dias 23 e 24 de junho, em Brasília, o Seminário Direito e Assistência Social. Durante o evento, serão debatidos temas como direito à assistência social na normativa internacional e no direito constitucional brasileiro, desafios para implantação do direito à assistência social e do direito na lei ao direito na prática. Além disso, haverá o lançamento do concurso de artigos jurídicos, cuja finalidade é envolver estudiosos e profissionais da área do direito na temática da Assistência Social e estimular a produção jurídica sobre os variados aspectos dessa política pública. Fonte: MDS (http://www.mds.gov.br)
atuação dos psicólogos no Suas
Nos dias 21, 22 e 23 de junho acontecerá o Seminário Nacional “A atuação das (os) psicólogas (os) no Sistema Único de Assistência Social” com transmissão online através da página: http://psisuas.pol.org.br. O objetivo do encontro é construir, e discutir referências para a atuação das (os) profissionais nos Serviços de Proteção Social do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), possibilitando uma reflexão entre os agentes institucionais e as contribuições das (os) psicólogas (os) no âmbito do SUAS. Para outras informações clique aqui.
CRAS Brasil/Divulgue
Divulgue seu CRAS! Prezados Profissionais atuantes nos CRAS de todos os Estados brasileiros! Este blog pode divulgar a existência, os eventos e o fazer do seu CRAS. Basta enviar os dados para rozanafonsecapsi@hotmail.com Roteiro: Nome do(S) CRAS Tempo de funcionamento Endereço completo Cidade Porte (nº habitantes) Equipe profissional Eventos Principais atividades E outros dados que julgarem relevantes
Proteção Social
Clique e leia o slide sobre Proteção Social assistencia_social SUAS – MDS – www.mds.gov.br/suaswww.suas Contato: : mariana.lopez@mds.gov.br
Atividades CRAS Eunápolis
Antes de começar a publicar minhas colocações acerca do trabalho psi nos CRAS (objetivo principal deste blog), vou publicar as atividades desenvolvidas no CRAS Eunápolis. O objetivo é dividir com os profissionais que atuam nos CRAS as experiências, para partirmos para discussões, como: quais atividades são comuns; como e por quem são conduzidas, quais metodologias utilizadas, dificuldades/dúvidas encontradas, perfil público atendido, demandas, resultados alcançados, etc. ( Vou publicar aos poucos e fazer os ajustes na forma de publicar conforme avaliação posterior e após comentários dos mediadores, caso fique confuso o acesso) O CRAS Moisés Reis funciona de Segunda a Sexta-Feira das 08:00 às 12:00 e das 13:00 às 17:00. O CRAS Moisés Reis tem as seguintes atividades constantes: Grupo Idosos – Trocando Saberes ( grupo de convivência) e Grupo Idosos CAAC O grupo de idosos no CRAS moisés Reis tem um encontro semanal, e o grupo do CAAC funciona duas vezes por semana. Os grupos têm carater de convivência e socioeducativo. As atividades são palestras interativas ( com técnicas do CRAS e profissionais de outras áreas); dinâmicas de grupo para se trabalhar temas sugeridos e demandos; atividades físicas, entre outras. A metodologia utilizada no trabalho com o grupo, especificamente com o Trocando Saberes, é a de grupo operativos de Pichon Rivière. veja algumas fotos: Curta a nossa Fan Page : facebook.com/PsicologianoSUAS e veja o perfil do facebook.com/CRASIEunapolis
O Retrato da Violência Eunapolitana e Cidades vizinhas
Faço uso desse espaço para reproduzir um texto – Publicado no jornal impresso da região Eunápolis/Porto Seguro, Folha Popular maio de 2010 – que elaborei acerca da banalização da violência pelos sites de notícias em Eunápolis e cidades vizinhas. Discuto sobre a relação que a mídia local e os cidadãos eunapolitanos estabelecem com as diferentes formas de violência. Sugiro ainda, que os sites que publicam os corpos desfacelados sem qualquer polimento estão em desacordo com os Direitos Humanos e contrariam os direitos das famílias expostas. Assim, estão reproduzindo a violência e produzindo uma outra, não menos grave: a violência simbólica. O texto está na íntegra. Leia e deixe sua opinião! O Retrato da Violência Eunapolitana e Cidades vizinhas A violência urbana que acomete Eunápolis está tomando uma proporção desenfreada, a qual pode ter várias leituras. Sugiro que a mesma é proveniente de diversos fatores, como falta de segurança pública, fragilidade econômica, proliferação das drogas, vulnerabilidade social, e às características socio-históricas e culturais advindas da formação desta cidade que já foi o maior povoado do mundo. Este povoado foi administrado por dois municípios até sua emancipação, e sua formação se deu através da vinda de cidadãos originários de diferentes regiões da Bahia e de outros Estados, os quais chegavam para trabalhar sonhando com a expectativa instaurada em torno da fama do maior povoado do mundo. A junção destes fatores culminou com a fragmentação da identidade social do cidadão eunapolitano. Após esse breve apontamento histórico, devo retomar à principal questão que venho discutir: a banalização da violência urbana, especificamente em Eunápolis/BA Há meses assisto atônita às manifestações da população eunapolitana frente à violência urbana que acomete Eunápolis e cidades circunvizinhas e que é estampada nas páginas de notícias via internet. Enquanto cidadã e psicóloga me sinto no mínimo intrigada diante de tamanha popularização da divulgação das imagens pelos sites de notícias, dos indivíduos mortos através de diferentes formas, como acidentes, assassinatos, latrocínios, entre outras. Assim, meu objetivo é provocar uma reflexão acerca da veiculação dessas imagens pelos sites de notícias online. A que e a quem servem essas publicações é o que devemos questionar. As fotografias, bem como suas publicações não poupam ninguém e não pedem passagem. Registram e mostram tudo, como se isso fosse extirpar a violência. Mas há um paradoxo, pois não se elimina uma violência com outra, pelo contrário, propaga-a nas mais diversas e tênues facetas. As referidas publicações têm audiência garantida, e muitas vezes é a própria comunidade atormentada pela dor da perda e pelos rumos que a violência dita na vida das pessoas – crianças, adolescentes, adultos ou idosos – que clicam em busca da imagem dos corpos mortificados. Ver a foto 3×4 de um indivíduo que perdeu a vida, não satisfaz a curiosidade mórbida e sádica, ou melhor, não condiz com a realidade monstruosa e desumana vivenciada pelos cidadãos, que é nesse caso representada pelo desfacelamento do corpo alheio. Este que passa a ser objeto de espetacularizaração da violência. A sociedade que é acometida pela violência, se torna espectadora assídua da representação da violência disponibilizada pelos sites de notícias. Assim a reprodução desenfreada, sem o mínimo de polimento por parte de quem produz as imagens e por quem as publica e mais o consumo das mesmas pela sociedade em geral culminam com a banalização da violência e de sua conseqüência mais grave, a morte. A estranha e questionável relação da sociedade com as diversas formas de violência são conhecidas desde a antiguidade, obviamente com as características histórias e culturais de cada época, porém, mesmo diante do avanço dos direitos humanos que buscam garantir os mínimos da dignidade humana a sociedade ainda perpetua uma relação antagônica com a violência e com um agravante: a sua banalização. Se por um lado a sociedade clama por paz e justiça – mesmo que com seus rubores discursos, por outro, ela perdura a violência, neste caso através da publicação contestável e desrespeitosa das imagens dos corpos mortos – o que contribui ainda com a “coisificação” do indivíduo, e não isenta dessa perduração, está a sociedade que consome as tais imagens sem tomar consciência de sua atitude violenta e mórbida. A violência está atrelada à convivência social – é impossível pensar uma sociedade sem violência, o que mudou são as aparições das mais diversas e cruéis manifestações da mesma. Manifestação esta que é influenciada pelos diversos fatores, como socioeconômicos, históricos, ambientais e culturais de cada época. É inadmissível que junto com a perda violenta de um membro familiar, se vá o mínimo de direito dessa família, pois ela se quer é consultada sobre a autorização ou não sobre as publicações das imagens. Como conseqüência dessa exposição, a família passa a ser estigmatizada e identificada pela atrocidade de uma violência que se alastra entre as facetas enganadoras do capitalismo. Os canais de notícias sejam eles, impressos ou via internet, são um exemplo destas facetas, pois estão muito mais ligados ao produto do que a função de democratizar e garantir o direito à informação de qualidade á todos os cidadãos. Constata-se uma reprodução da violência para vender mais violência, nesse caso, a violência simbólica, que reproduzida através das publicações das imagens mortificadas é tão grave quanto, pois destrói o resto da dignidade da família e de seus direitos, o que contribui com intoleráveis e danosas exclusões sociais, intensificando assim, o sofrimento ético-político das famílias expostas. Assim, cabe aos cidadãos em geral, repensar a sua relação com a violência: até quando farão do desfacelamento das famílias vítimas de violências, um espetáculo. Aos meios de comunicação, além de reverem seus princípios e valores éticos devem refletir que a publicação dessas imagens que denunciam as marcas da violência, ao invés de informar está formando cidadãos alienados pela sua própria história. Rozana Maria da Fonseca Psicóloga rozanafonsecapsi@hotmail.com @rozanafonseca