5 vídeos sobre as principais alterações da NOB/SUAS por AMMTV

Olá prezados trabalhadores do SUAS, como estão os preparativos para a Conferência Municipal de Assistência Social? ou, se já ocorreu, como foi? aqui, estamos nos preparando, pois será na próxima semana – 25 e 26 de Julho. Compartilho com vocês cinco vídeos produzidos  pela Associação Mineira de Municípios acerca das principais alterações da  Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social- NOB SUAS/2012 – os vídeos foram gravados pela Subsecretaria de Estado de Minas Gerais, Maria Juanita Godinho Pimenta. Eu adorei os vídeos, a fala de Maria Juanita é clara e objetiva! vale a pena assistir! Vídeo 1 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=aIdn6OOCPD4] *Neste módulo: Níveis de Gestão. Vigilância Socioassistencial. Gestão do Trabalho. Gestão da Informação. Responsabilidades dos entes Vídeo 2 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=eLDIE5-yhIs] *Neste módulo: Transferência de Recurso. Blocos de Financiamento. Incentivos Financeiros Vídeo 3 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=fXi1LvDzWs0] *Neste módulo: Controle Social. Conselhos. CIT/CIB Vídeo 4 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=XObFoGqDOXY] *Neste módulo: Oferta de serviço. Capacitação Vídeo 5 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ZPGOU0Xe2q8] Neste módulo: Prazos para transição. Funcionamento. Fonte: Canal  AMMTV: http://www.youtube.com/user/AMMTVMinas?feature=watch * Legendas de acordo com o canal.

Há funções privativas da psicologia no SUAS?

O título deste post Há funções privativas da psicologia no SUAS? é uma pergunta feita pela leitora Fernanda a respeito da atuação do profissional de psicologia no SUAS e a reposta é NÃO, não há atribuição específica do profissional de psicologia no SUAS. E toda tentativa de afirmar a necessidade de uma “exclusividade”, de delimitar atividades privativas, neste contexto, é questionável e isenta de um conhecimento profundo da Política Nacional de Assistência Social.  Por que não há uma diferenciação/classificação entre o que compete ao psicólogo e o que compete ao assistente social no SUAS? Porque os profissionais que irão compor a equipe dos serviços socioassistenciais (equipe com formação em Serviço Social e Psicologia – obrigatoriamente) são contratados para exercerem o cargo de Técnico do PAIF, do PAEFI, de programas, beneficiários ou para serem gestores.  Assim, é o mesmo cargo, e as atribuições serão as mesmas, obviamente considerando que a execução dessas atribuições serão norteadas pelo arcabouço teórico e prático de cada profissão, e, sobretudo pelas habilidades e competências adquiridas através de formações na área de política social. Se as atribuições são as mesmas, mas minha formação é A, como me comunicar com a B? Lançarei uma possibilidade adiante neste texto.  Diante do exposto, sabemos então que se somos técnicos de nível superior, e que somos convocados para executar uma política pública para cumprir os objetivos, princípios e diretrizes já preconizados, iremos (Psicóloga (o) e Assistente Social) ter atribuições comuns. E você pergunta mais uma vez: então não tem diferença? Claro que tem, são formações distintas, cada profissão com suas teorias e instrumentos de “leitura” e intervenção em um mesmo, ou vários objetos como cidadãos/sujeitos/famílias em estado de pobreza, violência; com precário ou nulo acesso as direitos sociais; com as relações familiares e comunitárias fragilizadas ou rompidas, dentre outros.  Portanto, somos duas categorias, de áreas afins, que somam suas competências para “responder” aos problemas sociais, aqui sumariamente apresentados. Mas não é uma dialética, e sim um encontro transversal, pois essas duas áreas não devem trabalhar com o propósito de soma, mas sim de construção de novos paradigmas e de novos fazeres entrelaçados com as famílias e com as comunidades.  Portanto, se não é dialética, não se espera que o assistente social esteja de um lado e o psicólogo de outro, mas sim que os mesmos promovam intervenções que sejam capazes de possibilitar sentido e significado para cada família e comunidade que demandarem o serviço. E que se permitam (trans)locar seus conhecimentos segundo o saber manifestado pelos usuários e público demandante da PNAS.  Reforço que ao determinar atribuições específicas neste contexto de atuação, estamos fadados a reproduzirmos uma práxis estática e fechada para os atravessamentos dos diferentes saberes e principalmente, desconsiderando todo e qualquer saber que não foram captados pelos bancos acadêmicos.  Por fim, este ensaio pincela apenas algumas ideias sobre este assunto, obviamente que as mesmas não se esgotam nestas linhas tecidas da maneira menos pretensiosa possível, mas é um começo para avançarmos nesta discussão, uma vez que já temos exemplos significativos de impedimento/limitação da atuação do profissional de psicologia no SUAS, tanto na oferta do serviço quanto na gestão.  Vale a reflexão, ou não?  Nota: Post em resposta ao comentário da leitora Fernanda, a qual deixo meus agradecimentos pela participação e pela provocação deste texto! comentário Enviado em 02/07/2013 as 10:08 no Post: O lugar do psicólogo(a) garantido na composição da equipe de referência dos CRAS e CREAS

SUAS, qual é o nosso papel?

Oi Pessoal, Não podia deixar de compartilhar com vocês um trecho da palestra* da Diretora do Departamento de Gestão do SUAS/MDS, Simone Albuquerque.  A fala da Simone veio me confortar! é isso mesmo, pois é impressionante como vejo os CRAS ofertando oficinas produtivas e manuais/artesanatos como sinônimo  de trabalho com famílias e como instrumento para fortalecer a comunidade/a renda das famílias. Não, nós não fazemos isso, não devemos executar uma política como cunho compensatório de outro setor público que deixou ou deixa lacunas, no caso aqui, o setor de formação profissional e inserção no mercado  de trabalho, porque não vamos executar uma Política ( que é legítima – PNAS ) e muito menos a outra! o que vejo é que,  em detrimento da ausência de política de inserção produtiva e geração de renda nos Municípios, a política local do SUAS absorve esta demanda e a responde de forma equivocada e perversa, prejudicando a implementação e qualificação do PAIF –  arrisco dizer (hipótese) que é por não saber o que fazer, ou por querer dar visibilidade ao trabalho com resultados populares “observáveis e palpáveis”). Vamos à fala da Simone: “(…) até hoje os PAIFs dos CRAS estão fazendo plantão social, não estão? até hoje tá distribuindo cadeira de rodas, remédio, dentadura, na assistência social, não está? até hoje está fazendo fuxico nos CRAS, não está? até hoje tem (…) bordado, pano de prato, até hoje tá achando que nós vamos fazer inclusão produtiva com os pobres, se a gente não vencer esta etapa, o SUAS também não se estabelece  … não adianta querer mais orçamento, recursos, se não pontuarmos qual é nosso papel… para isso vamos fazer prioridades e metas…e mostrar resultados  (…)” Simone Albuquerque, 2013*  Mas qual é o nosso negócio? nosso fazer é sustentar o lugar de uma política que está se estabelecendo como instância de oferta de serviço com qualidade através de pesquisa, planejamento, gestão social e da informação, pautados por posicionamentos reflexivos, implicantes e problematizadores de contextos familiar e social que re-clamam por proteção e atendimento dignos, estes que devem ser imbuídos de sentido para cada família e comunidade que demandarem os serviços socioassistenciais. Para alcançar estes resultados precisamos olhar com/para as famílias e para a comunidade com uma visão isenta dos paradigmas reprodutores de ideologias e de soluções preconcebidas. Precisamos estabelecer prioridades e metas para dar visibilidade aos serviços socioassistenciais e com isso desconstruirmos, com celeridade, as falsas ideias de que a assistência social é o lugar de tudo e o lugar de sanar o que a política pública A ou B deixou de cumprir. Agradeço ao Carlos Pereira, pela disponibilidade do vídeo desta palestra, porque esta fala tem um lugar todo especial pra mim e vem corroborar com o meu entendimento da PNAS/SUAS, e parabenizo Simone Albuquerque pela veemência e propositividade ao falar e fazer a Gestão do SUAS!  * Simone Aparecida Albuquerque – Diretora do Departamento de Gestão do SUAS/MDS na reunião do Colegiado dos Gestores Municipais da Assistência Social do Estado de Minas Gerais — COGEMAS/MG, no dia 07 de junho de 2013. Palestra sobre a NOB SUAS 2012, falando sobre o Pacto de Aprimoramento do SUAS. Assistam ao vídeo no Canal Carlos Denis de Campos Pereira

Teleconferência debate vigilância socioassistencial e desafios do SUAS

Mais uma Teleconferência do MDS sobre vigilância socioassistencial, será nesta Segunda-Feira, das 09:oo às 10:30 no canl NBR pela internet. No Município onde atuo, esta função do SUAS está sendo implantada agora ( acredito que seja uma realidade de muitos Municípios) e por isso estaremos atentos.  De acordo com NOB/SUAS “A vigilância socioassistencial consiste no desenvolvimento da capacidade e de meios de gestão assumidos pelo órgão público gestor da Assistência Social para conhecer a presença das formas de vulnerabilidade social da população e do território pelo qual é responsável. (NOB-SUAS, 2005) Fonte: MDS Mais Informações veja no site do MDS: Teleconferência Vigilância Socioassistencial  

III Congresso Internacional de Envelhecimento Humano (Divulgação)

O III Congresso Internacional de Envelhecimento Humano, que será realizado em Campina Grande, de 13 a 15 de junho de 2013, e acontecerá no Centro de Convenções Raymundo Asfora, está em sua segunda chamada para inscrições, que foi prorrogada para até o dia 30 de maio de 2013. O evento é promovido pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) em parceria com a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Universidade Aberta a Maturidade (UAMA) e conta com o apoio na sua organização de docentes, pesquisadores e alunos das Unidades Acadêmicas de todo o país. O III CIEH visa oportunizar a estudantes, profissionais e pesquisadores, discussões acerca dos avanços da Ciência e das políticas públicas para o envelhecimento, além de fomentar a divulgação científica e o intercâmbio entre estudantes, profissionais e pesquisadores e instituições interessadas na temática do envelhecimento. O evento vem a cada edição se consolidando no cenário científico, como um dos maiores e mais importantes eventos da área do envelhecimento humano do Brasil. Inscrições de trabalhos                                                             As inscrições para envio de trabalho para o III Congresso Internacional de Envelhecimento Humano, estão abertas até o dia 20 de maio e serão feitas apenas por formulário online (www.cieh.com.br). Os trabalhos, em idioma português, espanhol ou inglês, poderão ser apresentados em três modalidades: tema livre, pôster e relato de experiência. Os trabalhos devem estar inseridos nas seguintes áreas temáticas: Aspectos Cognitivos Comportamentais e Sócio-Culturais do Envelhecimento; Atenção integral à saúde: promoção, prevenção, tratamento e reabilitação do idoso; Avanços da ciência para o envelhecimento humano; Cuidados paliativos: percurso e terminalidade; Políticas públicas e envelhecimento; Qualidade de vida, envelhecimento ativo e bem sucedido e; Universidade aberta à terceira idade. Para mais informações acesse o site do evento no endereço www.cieh.com.br   ­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­________________________ Contatos Cilla Noronha – Assessoria de Imprensa Realize Eventos Científicos & Editora http://www.cieh.com.br Fone: (83) 3058 4663 / 3341 2299

Elaboração de Projetos Sociais

Olá, Hoje trago uma indicação de um livro sobre elaboração de projetos sociais, elaborado por  MAY HAMPSHIRE CAMPOS DA PAZ para a Fundação BUNGE  – CADERNOS BUNGE DE CIDADANIA CLIQUE A SEGUIR PARA BAIXAR O LIVRO cadervolunt4_projetos Este é o Livro 4 de uma série lançada pela Fundação Bunge com foco na educação, mas vale a consulta!

Núcleo de Estudos da Violência – USP

Oi Pessoal! Compartilho com vocês um site muito útil ( Núcleo de Estudos da Violência da USP – NEV) para os profissionais que atuam na Proteção Social Especial e claro, a todos nós do SUAS e outras políticas públicas como educação, saúde, Segurança Pública entre outras. Destaco a categoria “Publicações” pela expressiva quantitativa e variedade de textos, livros, material didático, pesquisas, artigos… enfim, tem muito material excelente! e para quem já estuda e trabalha com essa temática é quase que obrigatório visitar para saber o que pensa e vem produzindo esse grupo de uma das maiores Universidades da América Latina! A seguir, um trecho da apresentação do site “O Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV/USP) é um dos Núcleos de Apoio a Pesquisa da Universidade de São Paulo. Dede de 1987, o NEV/USP vem desenvolvendo pesquisas e formando pesquisadores tendo como uma de suas principais características a abordagem interdisciplinar na discussão as relações entre violência, democracia e diretos humanos.  (…) Atualmente o NEV/USP tem investigado que tipo de democracia e governança tem se desenvolvido no Brasil, principalmente considerado o contexto atual onde: persistem graves violações de direitos; territórios são dominados pelo crime organizado; a presença da corrupção é sistêmica; as taxas de homicídio ainda são elevadas; a impunidade é alta; o acesso a alguns direitos civis é limitado; a cultura de direitos humanos, como suporte ao Estado de Direito, é, muitas vezes, ausente (…)” Núcleo de Estudos da Violência da USP – NEV Clique neste link para acessar as Publicações por Tema Publicações mais lidas A Crise na Segurança Pública no Brasil Violência contra crianças e adolescentes, violência social e estado de direito Sociologia da Violência -Teoria e Pesquisa Crime e violência na sociedade brasileira contemporânea A violência urbana e os jovens Violência por Armas de Fogo no Brasil A Criminologia no Brasil ou como tratar desigualmente os desiguais Criança e adolescente e a violência urbana A violência brasileira: um retrato sem retoques Exclusão sócio-econômica e violência urbana E você? conhece algum site que vale a pena nossa visita? compartilhe conosco!!

Materiais para ações socioeducativas e de convivência com crianças e jovens

Estava faltando aqui no Blog, alguma indicação ou lista de leituras para Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV para crianças e adolescentes, Projovem Adolescente ou outras atividades e modalidades de grupos com jovens. Portanto, selecionei alguns artigos, textos e cartilhas que acredito colaborar com o nosso trabalho por indicar algumas direções e possibilidades de atuação e devido oferecer maior compreensão acerca deste período da vida e suas peculiaridades. Os materiais aqui relacionados foram todos frutos de pesquisa na internet e consequentemente baixados – estão todos publicados online!  não vou conseguir citar de quais sites eu baixei cada um, mas em todos eles tem os autores e os responsáveis pelas publicações (gostaria de organizá-los por assunto, título ou tipo, mas como não tenho tempo suficiente vou disponibilizá-los conforme minha pesquisa, ou seja aleatória – e nada de xingo, porque pesquisa na internet também é algo demorado 😉 Ressalto que não li todos os textos e que por isso o fato de tê-los publicados aqui não significa que eu concordo com todos os conteúdos e nem estou afirmando que correspondem ao que preconiza a Política Nacional de Assistência Social. O objetivo é compartilhar justamente para juntos, descobrirmos o que de bom tem cada texto no que se referente à temática da infância e juventude e então, nos auxiliar nas propostas de trabalho nos CRAS, CREAS, SCFV, Projovem Adolescente, etc. Ao longo da semana, darei destaque a alguns textos e cartilhas ( colocando o título de cada publicação  também) Segue a relação dos textos: PARA BAIXAR É SÓ CLICAR EM CADA LINK a-constituicao-social-do-brincar Artigo_Zelito_Sampaio_versao_final boas_praticas guia-de-referencia-para-o-dialogo-com-a-midia guia-metodologico-para-planos-erradicacao-trabalho-infantil guias-de-politicas-publicas-para-juventude jovens-e-trabalho-no-brasil juventude-violencia-vulnerabilidade-social-na-america-latina o-jovem-e-o-adolescente-na-cena-social o-processo-de-avaliacao-de-projetos-do-piu o-que-a-crianca-nao-pode-ficar-sem-por-ela-mesma Parametros das Ações Socioeduc.Cad.2 Parametros das Ações Socioeduc.Cad.3 parametros-acoes-socioeducativas politica-nacional-de-juventude politicas-publicas-no-territorio-das-juventudes Praticas socioeducativas e formação de educadores transversalidades-no-estudo-sobre-jovens-no-brasil vulnerabilidade-entre-criancas-e-jovens vulnerabilidade-sociodemografia-e-instrucao Boa leitura e discussões!