Reordenamento do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV

Clique no link para baixar: Passo a Passo – Reordenamento SCFV Fonte: MDS Divulgando a RESOLUÇÃO Nº 01, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2013, que “Dispõe sobre o reordenamento do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV, no âmbito do Sistema Único da Assistência Social – SUAS, pactua os critérios de partilha do cofinanciamento federal, metas de atendimento do público prioritário e, dá outras providências”. Para download, Clique a seguir Reordenamento do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV Fonte: CNAS Slides do MDS (disponíveis na Internet) sobre o reordenamento ( para gestores do SUAS e técnicos em geral) CLIQUE NOS LINKS PARA FAZER download Slide Reordenamento SCFV Apresentação Reordenamento SCFV histórico com PETI Apresentação Reordenamento SCFV 23102012 Post editado em 07/05/13

Considerações sobre os Congressos Regionais e Nacional da Psicologia

Congressos Regionais e Nacional da Psicologia de 2016 Coloque na sua agenda!  Participei como delegada no VIII Congresso Regional da Psicologia – COREP em Salvador de 12 a 14 de Abril, – tema: Psicologia, Ética e Cidadania: Práticas Profissionais a Serviço da Garantia de Direitos, e tenho algumas considerações e reflexões a fazer, e devido o contexto do Blog Psicologia no SUAS, achei pertinente dividir com vocês. O Congresso foi extremamente proveitoso, é a segunda vez que participo como delegada e já participei dos pré-congressos durante a graduação. A cada vez que participo, fortaleço e desdobro meu posicionamento ético-político e por isso, critico e defendo a participação e ciência de toda a categoria neste processo. O processo de eleição para os conselheiros do Sistema Conselhos é um dos mais democráticos, e é referência para outros conselhos de categoria. Trata-se de um processo que convoca a categoria para construir propostas e ações efetivas para o crescimento da profissão; e para melhores condições de trabalho das psicólogas e dos psicólogos. Cujas propostas serão objeto de trabalho das próximas gestões dos Conselhos Regionais e Federal de Psicologia. Contudo, partindo do pressuposto que a participação popular é ainda pouco expressiva no país, e que não é diferente acerca da participação das psicólogas e dos psicólogos nos processos de construção de uma psicologia atenta às transformações sociais, me pergunto se este processo, ao não considerar a inexpressiva participação da categoria e mais ainda, não problematizá-la, estaria funcionando como um engodo em nome de uma democracia. É preciso perguntar: quão comprometidos com o fazer ético-político da psicologia estão os nossos representantes? Ou é contestação por poder? E pior ainda, poder imbricado de um discurso hipnotizante e que ofusca o posicionamento ético-político de quem se propõe colocar em prática o que um grupo deliberou. Este, por vez, sem conhecimento significativo do processo histórico, social e cultural da invenção da psicologia e acerca da maneira de dizer sobre essa profissão, ou seja, qual direção a psicologia deve tomar? todas? E quem e com qual discurso guiará este caminho? Portanto, é inquietante falar de processo democrático quando não tem a participação do povo. A representação não é e não pode ser “o povo”. Então, marque na sua agenda o próximo Congresso Nacional de Psicologia e participe das etapas regionais para garantir seu espaço neste processo de deliberações. Estarei em Brasília no VIII CNP, e espero desdobrar estas inquietações e criar outras várias, pois é isso que nos move e nos livra da ilusão diante dos engodos. Saiba tudo sobre o VIII Congresso Nacional de Psicologia e se prepare para 2016!  http://cnp.cfp.org.br/ “Quem realiza uma tarefa sozinho onde se exige a participação em conjunto, nunca poderá terminá-la satisfatoriamente” Valdeci Alves Nogueira

Juventude e as relações sociais no Território

Compartilho com vocês um artigo do meu amigo de discussões e reflexões acerca da Política Nacional de Assistência Social, Leornardo Koury Martins. Leonardo é Assistente Social, poeta, escritor, militante, autor do Blog TeoriaVerusPrática e  envolvido na construção de várias políticas públicas. Obrigada pela disponibilidade do texto! Juventude e as relações sociais no Território Leonardo Koury Martins[1] Resumo: O artigo trata sobre a construção das relações sociais no território da juventude e sua interface com uma ideia coletiva deste seguimento no âmbito dos direitos humanos              Podemos considerar que entre os diversos sujeitos presentes no território, a juventude é a que mais é atingida pela desigualdade nos espaços ocupados. Desemprego, violência, problemas com a escolarização, gravidez e drogas estão presentes no diálogo juvenil, cicatrizes adquiridas entre os espaços urbanos das grandes cidades.             A cidade de Contagem quando constrói de forma intersetorial estratégias governamentais para diminuir o abismo entre a oferta das políticas para crianças e adolescentes e ainda a pouca oferta específica ao público jovem. Por menor que seja a oferta às políticas de juventude a mesma deve ser rearticulada às manifestações culturais no território.             Ao construir ao longo dos eixos do Programa de Educação Integral e Integrada é buscar novas formas de significar as diversas manifestações juvenis e integrar as ações governamentais de caracter socioeducativo existentes no território é trazer não apenas a juventude às praças da cidade, mas além dos sujeitos a manifestação cultural por eles produzidas.             A mais importante consideração a pensar os desafios da construção dos direitos sociais dos jovens está no rompimento do mundo “adultocêntrico” que em momentos enxerga a juventude enquanto propulsora do futuro e em outros momentos no único produtor da violência gerada entre outros aspectos positivados na visão adulta da imaturidade relegada ao jovem.             Segundo DAYRELL (2005), a juventude é um seguimento transversal a todos os outros seguimentos, pois ser jovem não suprime a condição de gênero, etnia, orientação sexual, porém exposta pela fragilidade por estar em uma condição geracional.  A juventude e as estatísticas governamentais             De acordo com a Emenda Constitucional 65, que altera o Artigo nº 227 da Constituição de 88, a juventude caracteriza-se como sujeito de direitos. O estado, a família e sociedade têm enquanto (sugestão: use “como” no lugar de “enquanto”) dever assegurar entre outras condições a prioridade absoluta na primazia do direito. Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. (Redação dada Pela Emenda Constitucional nº 65, de 2010)             A faixa etária em que se encontram os/as jovens estabelecida por consenso pelas esferas governamentais e não governamentais está entre 15 e 29 anos. Podem-se aplicar três faixas etárias organizacionais ao seguimento juvenil: o jovem-adolescente entre 15 e 17, o jovem-jovem entre 18 a 24 e o jovem-adulto entre 24 e 29 anos. Estas faixas caracterizam a diversidade e especificidade voltadas ao seguimento juvenil no qual segundo os dados do Programas Nacional de Amostragem Domiciliar – PNAD/IBGE em 2010 existem 53 milhões de jovens brasileiras/os. Esta grande maioria da população brasileira se encontra ainda pouco protegida pelo Estado, principalmente os jovens homens que atualmente assumem majoritariamente os índices de homicídios violentos.             A juventude brasileira sofre os maiores efeitos da violência. Segundo dados integrados do Ministério da Saúde, Ministério da Justiça e da Secretaria Nacional da Juventude, os jovens sofrem 53% mais violência e em todas as suas interfaces em relação a todas as outras faixas etárias da população nacional. Haja percebido que dos quase 80 mil mortos/ano por crimes violentos, 46 mil são jovens. Este recorte quando consideramos jovens do gênero masculino, negros ou pardos e pobres somam 89% dos atingidos pelo índice.             Segundo os dados do IBASE/POLIS, na região metropolitana de Belo Horizonte, 55% da juventude sofre ou já sofreu a situação do desemprego. Uma imensa maioria recorre a empregos precários sem direitos trabalhistas e 71% não contribuem para a Previdência Social.             Estes dados contrapõem a idéia criada de que a juventude é futuro, percebendo em seu presente existe um verdadeiro genocídio e abandono pelo estado e sociedade, trazendo à esfera individual a culpabilização por todos os problemas vivenciados.             Percebendo estas contradições voltadas a expectativa da transformação social através da juventude e as reais condições vividas pela grande maioria da juventude brasileira, em especial a juventude pobre, políticas governamentais se articulam buscando amenizar e contribuir na melhoria desta realidade.             O Plano Nacional da Juventude – PNE – descreve entre seus desafios o diálogo e articulação com as políticas públicas existentes, além de propor novas ações governamentais, mesmo que ainda sejam pouco eficazes frente à dificuldade intersetorial e à ordem de prioridade dos governos, antagonicamente no atendimento entre a população mais pobre e os grandes detentores do poder econômico.             É importante levar em consideração que paralelo aos índices de violência e acesso ao emprego, a escolaridade também reforça os números de desigualdade. Os jovens ricos têm em média 3,4 anos a mais de estudo que os jovens pobres. Segundo o Observatório da Juventude da FAE/UFMG, existe um contraponto onde 69,2% dos jovens ricos declararam acessar regularmente espaços culturais, educativos e recreativos como Shoppings, Cinemas e Museus entre outros e 22,2% dos jovens pobres declararam nunca ter acessado alguns destes lugares.             O seguimento juvenil é marcado pelo antagonismo exposto entre o/a jovem construído/a pelas novelas e minisséries e a/o jovem construída/o pelos documentários e notícias policiais. Este antagonismo é estruturado por todas as condições sociais que trazem aos jovens pobres a possibilidade de representar números como do Índice de Homicídios na Adolescência – IHA no qual traz ao Brasil a perda de jovens por ano na proporção do fim de uma cidade com quase 50 mil habitantes com

Novo Livro sobre Psicologia e PNAS

Queridos leitores, Uma das principais questões levantadas aqui no Blog é que carecemos de material bibliográfico para nortear a nossa prática no SUAS. Pois é, essa realidade está mudando, já encontramos livros, artigos, dissertações e teses específicas acerca da contribuição da psicologia no SUAS. ( conforme já publicado aqui em vários posts) Confiram clicando nos links abaixo: Revista ”Entrelinhas” do CRP-RS (Ano XII – Número 57 – Jan/Fev/Mar 12)  Dissertações e Teses – Atuação psicólogos em CRAS – CREAS  34 Livros para a atuação no SUAS Indicações de livros Sugestões de livros – Parte II  Sugestão de livros  e melhor ainda é quando temos acesso a livros e textos, com qualidade, diponíveis para leitura e estudo! Hoje tive acesso ao E-book “Interlocuções entre a psicologia e a política nacional de assistência” através do grupo Rede PsiAS ( para isncrições é só enviar um e-mail para psi-as+subscribe@googlegroups.com) e vim logo para o blog compartilhar esta excelente notícia com vocês!! Sinopse:Interlocuções entre a Psicologia e a Política Nacional de Assistência Social” é um e-book que agrega várias pesquisas, ensaios e relatos de experiências de autores de diferentes estados do país. A ênfase são as práticas psicológicas no campo da assistência social e suas interfaces com as demais políticas públicas, com destaque para a saúde, educação e trabalho. Área: Ciências Sociais Aplicadas Ano: 2013 Páginas: 269 Formato: E-book – A4 ISBN: 978-85-7578-357-3 Que alegria compartilhar isso com vocês! porque os livros e outras publicações acerca da contribuição da  psicologia nos serviços socioassistenciais, sempre nos trazem mais expectativas acerca de uma atuação prática mais pautada “num saber e porque fazer”! O livro foi organizado por: Lílian Rodrigues da Cruz, Luciana Rodrigues e Neuza M. F. Guareschi – Editora  EDUNISC, 2013 – disponível para download gratuito no site da Editora da Universidade de Santa Cruz do SUL  – UNISC   e também pode ser feito direto aqui no Blog Psicologia no SUAS –Download do livro Interlocuções entre a psicologia e a política nacional de assistência Boa leitura! Compartilhe essa excelente informação com os colegas trabalhadores dos CRAS, CREAS, SCFV…

O Trabalho do Psicólogo no CREAS

Vocês já estão sabendo do Debate Online promovido pelo CREPOP – CFP que terá amanhã? Acredito que sim, porque está amplamente divulgado através do CFP, dos Conselhos Regionais de Psicologia e MDS. Mas eu quero divulgar a versão do Documento que foi disponibilizado em 2012 para consulta pública, assim, quem se interessar, poderá ler e aproveitar melhor o Debate amanhã! Para baixar o Documento clique em Referências técnicas para a prática de psicólogas(os) no CREAS ( Versão da Consulta Pública, 2012 – CREPOP) ACESSEM o documento de Referências Técnicas sobre a Prática de Psicólogas (os) no Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas) LANÇADO EM 21 DE MARÇO DE 2013 – https://psicologianosuas.com/wp-content/uploads/2013/03/crepop_creas_.pdf Quem for assistir/participar do Debate Online, e quiser receber certificado, pode se inscrever no site: http://www2.pol.org.br/aovivo/creas2013/ Eu já me inscrevi! Site CFP – http://site.cfp.org.br/ Debate Online: 21 de Março de 2013 – a partir das 19:00h http://www2.pol.org.br/aovivo/creas2013/transmissao.cfm ACESSEM o documento de Referências Técnicas sobre a Prática de Psicólogas (os) no Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas) LANÇADO EM 21 DE MARÇO DE 2013 – https://psicologianosuas.com/wp-content/uploads/2013/03/crepop_creas_.pdf Para baixar pelo site do CREPOP:http://crepop.pol.org.br/novo/wp-content/uploads/2013/03/CREPOP_CREAS_.pdf

Resultado do Concurso Cultural – 3 anos do Blog Psicologia no SUAS!

É com muita satisfação que divulgo o resultado do Concurso Cultural – 3 anos do Blog Psicologia no SUAS! Fiquei muito feliz com a participação de tantos profissionais neste concurso, o qual teve o intuito de divulgar as experiências exitosas de nossos (as) colegas atuantes do SUAS! participaram 21 pessoas e isso é um resultado a comemorar, porque não estamos acostumados a dividir nossas experiências com os demais colegas, da própria categoria ou com os profissionais que nos acompanham no nosso trabalho. Diante do que venho analisando nestes 3 qnos de Blog e prática, confesso que esperei um número menor, por isso comemoro estas participações! vejo mais uma postura de solicitação e manifestação do não saber fazer do que de coragem para descortinar um fazer psi que está em andamento no SUAS, Brasil à fora! acredito que temos muito o que dividir com os nossos colegas, só precisamos perder o discurso de que estamos “perdidos” e não sabemos para que fomos chamados e a quem estamos a serviço! Portanto, agradeço novamente a todos que participaram e enriqueceram enormemente este espaço! o blog não é mais o mesmo depois destas participações! PARABÉNS! isso é apenas um começo! Meus agradecimentos ao Colega Psicólogo e Professor Carlos Denis Pereira, fundador do Iecult, Instituto responsável pela oferta do Curso ao vencedor deste concurso. obrigada por confiar no Blog e permitir esta comemoração aos 3 anos do Blog, proporcionando uma oportunidade de atualização profissional, sendo esta uma das principais demandas dos leitores do blog (necessidade de capacitação e qualificação acerca da atuação no SUAS). Devo muitos agradecimentos também ao Psicólogo Joari Carvalho, que é um profissional que conheci (online) através do Seminário a atuação dos psicólogos no sistema único de assistência social, devido divulgação do grupo do Google “Psicólogos na Assistência Social – Rede PsiAS” . Entrei no grupo desde então e percebi que Joari era um profissional com o perfil do qual eu costumo me identificar e espelhar! e quando planejei o formato deste concurso cultural, foi o profissional (apesar da distância e pouco contato direto) que pensei em pedir uma colaboração. E para o bem desde Blog, ele aceitou o convite. Portanto, sou grata por ter aceitado e confiado nesta proposta e por tornar este espaço mais significativo após sua participação! VAMOS AO RESULTADO: Processo de seleção do melhor relato: Comissão examinadora ( Composta pela autora do Blog e por um técnico do SUAS convidado): Rozana Maria da Fonseca, Psicóloga, CRP 03/6262, atua como coordenadora do CRAS – Centro de Referência de Assistência Social – em Eunápolis/BA – é  fundadora e editora do Blog Psicologia no SUAS; Joari Aparecido Soares de Carvalho, CRP 06/88775, psicólogo social. Atua no Suas como técnico efetivo do Setor de Gestão da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social de Suzano – SP – é moderador da lista de discussão de psicólogas(os) e estudantes de psicologia no Suas – Rede PsiAS  –  Para novas inscrições: enviar mensagem para psi-as+subscribe@googlegroups.com) Primeiramente, foram pré-selecionados 6 relatos. Os mesmos foram analisados pelo examinadores, que classificaram os 3 melhores relatos, segundo os critérios de relevância, originalidade e adequação ao tema. Um dos relatos foi desclassificado por não ter cumprido um requisito formal, mas foi indicada uma menção honrosa devido ao mérito de seu conteúdo. Assim, o resultado do concurso foi: GANHADORA DO PRÊMIO: Maiza Ferreira Rodrigues 1 Vaga para o curso Introdução à Prática das Oficinas no Suas,  80 horas, ofertado pelo Iecult – Instituto de Educação e Cultura, na modalidade ead:  

Resultado do Sorteio dos livros!

Segue resultado da promoção referente aos 3 anos do Blog Psicologia no SUAS. Sorteio de Livros Agradeço aos 235 participantes desta promoção e em especial, agradeço a todos que fazem parte dos 3 anos deste Blog e sempre participam: visitando, lendo e/ou deixando comentários! obrigada pelo carinho que tenho recebido por aqui, Facebook e por E-mail (psicologianosuas@gmail.com)! quero ter gás e coragem para prosseguir por mais 3 anos!! e para isso conto com a ajuda e apoio de vocês! OBRIGADA! Podem conferir o resultado neste Link: Resultado do Sorteio

Dicionário de Políticas Públicas do Brasil

Dicionário de Políticas Públicas do Brasil é lançado pela  Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). O melhor é que o dicionário está disponível online!! De acordo com a “Comunidade SICOM”, o ‘Dicionário disponibiliza conceitos relacionados à teoria e à prática das políticas públicas para estudantes, pesquisadores, gestores públicos e cidadãos interessados na compreensão da gestão pública contemporânea e suas relações internas e externas”. Para consultá-lo online, acesse aqui. http://www.ebc.com.br/cidadania/2013/02/primeiro-dicionario-sobre-politicas-publicas-no-brasil-pode-ser-acessado-pela Fonte:

34 Livros para a atuação no SUAS

Veja a lista COMPLETA com o nome dos 34 livros no link a seguir, pois dá para pesquisar preços na internet! 34 Livros (sugestão de livros parte III)