Comemorar os 11 anos do BPS é festejar a minha jornada de vida e profissional. Tudo começou aqui e por aqui quero agrupar todos os posts/textos que elaborei nesta última semana para as páginas @psicologianosuas (Instagram e facebook). Foram apresentações em 10 ATOS que chamei de f(atos).

Quero agradecer a você que lê e divulga o Blog Psicologia no SUAS. Sei que tem leitores raízes – que não utilizam as redes sociais, portanto, espero que você goste das minhas apresentações e que se sinta parte dessa história.

Este é o primeiro f(ato). Só isso mesmo😉😍

Você que já me conhece, desculpe-me 😂😂


Em Minas tem cidades que o número de habitantes é muito menor que a de alguns bairros de cidades no interior na Bahia. Onde eu nasci é assim. 2.235 hab. (IBGE.2010). Aqui as cidades têm muitos distritos grandes que lá na minha região seriam uma “cidade referência”. Contudo, a infraestrutura fica enormemente precarizada. Não adianta ser populoso e não ter condições de saúde, educação, habitabilidade. Mas também é um problema ser tão pequeno e não ter possibilidade de desenvolvimento e geração de recursos próprios. A juventude tem que sair de suas cidade e elas vão ficando cada vez mais fantasmagóricas. Essa legenda não foi programada. Era pra ser só uma chamada e um olá pra minha terra natal.😊🙊 Aproveito e aceito que desenvolvi isso, mas vou concluindo e digo que eu ainda sinto que minha cidade preferida ainda virá. Ainda não morei num lugar que amasse de verdade…😁 Vocês gostam da cidade de vocês?


Quando criança falava com convicção que queria ser professora.

Adolescente, no ensino médio, decidi que queria estudar Psicologia.

Só tive condições materiais para entrar na faculdade aos 22 anos.

Quando comecei a estudar – com Fies, e ainda tentando dar conta de pagar a mensalidade, uma representante da elite da cidade de onde nasci, disse que eu escolhi um curso caro, que Psicologia não era pra mim [para gente pobre como a minha família] (“falou para meu pai: “se ao menos ela tivesse feito vestibular para pedagogia!”).

Me formei aos 27. Ganhei medalha de destaque no dia da formatura – não a de notas. Já nasci subversiva.

Sonhava fazer mestrado logo após a graduação. Planejava morar em Lavras. Já tinha lido os editais da Universidade de São João Del-Rel e tinha como meta tentar a seleção.

Logo após a formatura, vim morar na Bahia, numa cidade longe dos centros acadêmicos.

Na impossibilidade de continuar estudando pra virar professora. Eu criei o BPS. Criei um jeito de ensinar, ensinar do melhor jeito: aprendendo.

O mestrado um dia virá, e sinto um orgulho danado que meu Lattes foi e é construído como consequência do meu trabalho e estudos com o BPS e não, por vezes, com escritos protocolares e estudos pouco transformadores.

Aqui estou. Sigo cada dia mais querendo uma revolução.


Este é o f(ato) motivador desta série.

Quando falo aqui no Insta que atuo na Saúde Mental recebo mensagens de colegas perplexas (muitas porque chegaram por aqui recente e não conhecem a trajetória do BPS) . Como assim, e a Assistência Social?

Então, aproveitando a comemoração de #11anosdoBPS, acho que chegou a hora de abrir meu coração. Vamos lá:

Em junho de 2009 eu iniciei no CRAS, mas fui recebida neste clima:
“Você acabou de se formar. Tem muito que aprender ainda”
“Não é isso, você não sabe. Você chegou agora. Fala pra ela como são as coisas por aqui, gente.”

No CRAS tinha corte e costura, bordado com emissão de certificado – sem vinculação nenhuma com o PAIF. Tinha EJA. A demanda era para fazer Terapia Comunitária e transformar esses cursos em cooperativas e política de geração de renda.

Eu fui incorporando o PAIF junto com a equipe e tentando implementar articulação com o PETI (antes do reordenamento do SCFV).

As colegas de trabalho eram maravilhosas. Hoje sei disso mais ainda…porque eu era tão espantada com o que precisava ser feito enquanto PAIF (cada cara de ódio que eu fazia! Hoje aprendi que isso afasta muito e tenho tentado ser mais amistosa no jeito de falar/propor)😅 – mas como chocava com o entendimento da gestão, entendo que eu podia ter sido sim expulsa por elas… Elas eram chamadas pra ouvirem que eu não sabia o que estava fazendo. Zilda, pedagoga, era a coordenadora. Foi a primeira pessoa que me acolheu verdadeiramente na Bahia. Eu soube da vaga para o CRAS porque eu fui levar currículo em um curso em que ela era também coordenadora (eu queria ser tutora). Mas depois conto isso.

@chrismunizbaratta me marcou profundamente. A assistente social que eu queria que se multiplicasse, porque com ela o conservadorismo não tinha vez. Se tornou minha amiga e partiu meu coração quando foi embora. Tornou amiga depois de fazer o luto pela saída da psicóloga anterior a mim. Como eles amavam ela! Ástima Polliana é o nome dela (é uma seguidora do blog💓). Chris me chamava de Polliana e depois pedia desculpas….as mulheres amavam Polliana. A gestão amava Polliana.Era difícil mesmo ser um terreno ameno pra mim. Eu passei a amar a presença espiritual e simbólica da Poliana e sentia orgulho de poder seguir essa “linhagem” de psicólogas amadas pelas usuárias e equipe. Elas falavam que gostavam de mim e eu acreditava.
Entendo que essa relação turbulenta com a minha chegada e permanência só foi amparada por elas porque ambas entenderam que o que eu apontava como necessidade de mudança não tinha a ver com questões pessoais, mas sim com a organização e implementaçao de serviços. Elas abraçaram minhas ideias. Zilda foi a primeira pessoa a comentar no BPS. Costumo dizer que o blog, em nível local, me trouxe muitos prejuízos. Nos anos seguintes, o blog já sendo (re)conhecido nacionalmente eu via integrante da gestão recorrendo a informações nele, mas fingia que mal sabia da existência dele. E algumas técnicas também liam, mas não deixavam rastros por lá.

Eu sempre tive uma boa relação com as próximas equipes. Fiz novas amizades, mas percebia que embora houvesse um reconhecimento pelo meu esforço e dedicação ao trabalho, não chegavam juntas de verdade porque era mal visto que elas estivessem dando ouvidos a alguém questionadora e que andava com os cadernos debaixo do braço. “Na prática é outra coisa”. E assim iam escondendo publicamente que concordavam comigo e os serviços tinham menos chances de avançar e superar as acusações de que não dava certo porque as técnicas não sabiam trabalhar.
Eu avalio que minha trajetória foi de muita resistência, de muita dor em muitos momentos. Mas também de muitas conquistas. Ser contratada e ainda continuar por 5 anos trabalhando é porque eu tinha um trabalho consistente e responsável. E quando a gente não encontra terreno fértil chega uma hora que a gente cansa de labutar.
Eu saí por cansaço, mas principalmente por vontade de produzir outras coisas. Estar em outros lugares, ser bem-vinda….lembra que antes de conhecerem minhas ideias, eu sequer fui bem acolhida? Tinha o mestrado como meta e o CONSUAS. Depois escolhi a maternidade e estou profundamente bem realizada nesta fase com minha filhota.Assumir o concurso neste período em que eu não teria licença maternidade e nem perspectiva de trabalho consistente, foi uma feliz sincronia.
E depois disso tudo, vocês entendem porque mesmo assumindo um concurso público aqui na minha cidade eu estou na saúde mental? Apesar da falta de estrutura, gosto muito do meu trabalho aqui, e sem modéstia, o retorno dos usuários (e da supervisora a quem recorro) me mostra como tenho feito a diferença. E amo o meu trabalho de supervisão (CONSUAS) na área do SUAS.
Então, posso não ter vínculo empregatício, mas me considero uma fazedora do SUAS.
Em algum momento virão textos sobre a minha atuação na saúde mental. Aguardem 😅
Há muito mais coisa a ser trabalhado entre SUS e SUAS do que possa avaliar a nossa vã e incipiente articulação.
Avante, porque isso é um registro de superação e comemoração!


Com este F(ato), quero enfatizar que é uma falácia dizer que “na teoria é uma e na prática é outra”. Quantas vezes você já ouviu isso?

A recorrência desse discurso já é um marcador da banalização do conceito de práxis – Isso quando usado.

O campo da Assistência Social, como política pública, precisou ser desenhada para afirmar e reafirmar seus objetos próprios.

O percurso orientativo da Política não subdimensiona os saberes teóricos, técnicos e éticos, pelo contrário, há um apontamento direto quanto a necessidade de educação permanente – EP e de práticas pautadas nas construções científicas.

Não ter a EP implementada conforme é preconizado, não pode ser fator de exclusão de prática embasada criticamente. Porque a profissional tem uma responsabilidade técnica – RT a ser assumida. Acho melhor acrescentar: uma responsabilidade técnica e ética – RTE.

Entendo ser urgente que as(os) profissionais de nível superior entendam que se embasar em abordagens/correntes teóricas não é opcional, é fundamental. Até cabe usar uma palavra jurídica para enfatizar: É compulsório. É o que garante a profissionalização do SUAS, norteada segundo o Código de Ética.

E eu questiono, por que essa intelectofobia na assistência social?

Quem estuda e demonstra inteligibilidade na sua prática é visto como “A CHATA/O (às vezes é mesmo, mas é necessário!😁) e assim vai sendo construída uma tenda das cri-cri, das expostas, porque ali é defendido a perpetuação do lugar pra quem sabe ter ações pragmáticas e funcionalistas.

Impacto social e subjetivo? Emancipação politica? Sem teoria nem é possível fazer essas perguntas.

——–
Recomendo um pequeno texto aqui do BPS “O ócio intelectual na assistência social: para superação da apartaçao entre prática e teoria”


Eu acabei escrevendo nos f(atos) anteriores legendas mais detalhadas sobre minha trajetória e dei vários spoiler😁 💓

Como vocês já sabem sobre o significado do blog na minha trajetoria, neste f(ato), eu quero enfatizar meus agradecimentos às/aos apoiadoras do blog. É um meio de ter a permanência mais organizada e atualizada do BPS. É a maneira que encontrei para não comercializar os conteúdos do blog. Sou radical: nunca irei tornar o acesso a ele restrito ou condicionar o acesso à assinatura de newsletter.

Esta nunca foi a ideia do blog e portanto, por contar com profissionais que podem, pelo financiamento coletivo, apoiar a melhoria da plataforma, eu só tenho a agradecer e reconhecer que escolhi o caminho certo. Certo pra quem? Pra mim. Sinto que continuar assim é coerente com os princípios éticos e políticos que pautam minha trajetória profissional e com a proposta do blog. E poder inspirar mais pessoas a pensar no coletivo é gratificante!!

Eu penso em divulgar mais a possibilidade de Apoio financeiro para que eu também consiga criar recursos para elaborar cursos numa perspectiva de comunidade colaborativa e solidária.

Mas sobre isso, talvez, escrevo mais nos próximos f(atos).


Eu não sei o que seria o blog se eu tivesse conseguido autoras para começar a escrevê-lo, mas até acho que como fiz de um jeito muito particular e estive sempre próxima respondendo comentários, eu pude construir uma identidade profissional muito consistente e que me orgulha muito, penso que por este crescimento orgânico e responsável eu alcancei colegas em tantas regiões do País.

A chegada das colaboradoras potencializou a capacidade de alcance do blog e sei que ainda tem potencial pra ir mais longe.
Contudo, sei que não é fácil para muitas profissionais dedicarem a tantas tarefas pessoais e profissionais e ainda assim ter tempo para escrever para o BPS. Assim, a trajetória da @alinemorais1985@tatianarobertaborges e @thais.sgomesb não conseguiu ir mais longe como colaboradoras. Guardo com maior carinho a presença e colaboração de cada uma. É uma honra contar com a companhia delas por aqui💓

Antes de falar da Lívia quero fazer um parêntese. (Eu estou aproveitando esta série para colocar as mágoas pra fora, hein?😅🙊)

Uma das coisas mais estranhas que me ocorreu tentando abrir espaço para novas colaboradoras para o BPS foi quando fiz um convite a uma pessoa, eu a admirava, era estudante de doutorado numa Universidade pública – todos os seus estudos foram em Universidade pública. Era militante de DH, trabalhava no SUAS. Quando eu fiz o convite, supondo que ela sabia o propósito do blog (já que era leitora), ela me perguntou se havia pagamento. Gente! Eu fiquei tão estarrecida! E triste também. Eu queria ter perguntado à pessoa: será que não pode ser uma maneira de você contribuir um pouco com a sociedade e com seus colegas?

Fim do parêntese e da mágoa😉😎

Eu peço licença para falar mais extensamente de @liviasdepaulla porque ela ficou mais tempo como colaboradora e como ainda não deu tchau (por várias circunstâncias) então acho que em algum momento, num futuro breve, ela vai poder aparacer. Lívia me deu um neto. É assim que chamamos o seu projeto de escrita, o @caentrenospsi ! Sou muito orgulhosa de como ela foi dedicada e como o tempo de colaboração no BPS deu gás profissional a ela. Ela já me disse sobre a importância do BPS na vida de escritora dela!
Aprendi com Lívia a importância de revisar um texto. Ela tem um compromisso absurdo com cada produção.
Com ela eu enxerguei tantos erros nos meus textos iniciais. Eu publicava de forma bem amadora (acho que eu vou fazer um vídeo reagindo aos meus textos lá do início😅). Ela é escritora. Quanto aprendizado com seus textos e com seu modo comprometido com a escrita e com o seu exércicio profissional.
Com os textos das colaboradoras posso dizer que o BPS ganhou ainda mais reconhecimento e ganhou mais qualidade. Eu cuido muito mais da minha escrita graças a vocês!
Daí, chega @carvalhojoari. Para eu entender o que Joari escrevia eu tinha que ler duas, três vezes. Mesmo sendo um parágrafo. Ô raiva! Mesmo assim eu dizia: vem colaborar no BPS. Hoje consigo acompanhar mais o estilo de escrita dele, mas não precisava ser assim 😅😅 ele não concorda. Ele faria aqui um percurso complexo para refutar essa minha tese. E ainda apostaria: você está sendo contraditória, minha cara! Veja o que você escreveu sobre intelectualidade no SUAS😉
E assim, mais aprendizado e mais rigor com a escrita (até certo ponto😂😂). Eu não disse que o blog é espaço de formação pra mim? E assim, vamos multiplicando isso, como foi através do Sextas Básicas e agora com o Educomunicaçao e Assistência Social.
Eternamente grata a vocês por acreditarem na proposta colaborativa do BPS.


Escrevi nos f(atos) anteriores que eu dediquei muito ao BPS e com o passar do tempo eu fui tendo menos tempo de produzir. Depois virei mãe e isso piorou bastante. Mas me sinto tranquila porque eu não tenho o blog e suas redes sociais (que são também as minhas) como um espaço de marketing. Para quem cria páginas para divulgar serviço tem que seguir umas regras dos algoritmos mesmo. Eu sei da importância das redes para a divulgação do trabalho, mas no meu caso, como iniciei no blog eu sinto que tenho um alicerce (sei que blogs são hoje um tipo de plataforma que perdeu muito espaço para redes como o Instagram).

Não quero seguir as leis dos algoritmos. Não é porque não reconheço sua importância na entrega dos conteúdos. Repito, é porque eu sou orgânica, dinâmica, d’lua, subversiva, mal humorada (passo dias, semanas sem vontade de escrever e depois já dá um impulso lindo de criação e reflexão e daí eu venho aqui provocar e perder algumas seguidoras 😂😂😂) e entendo que o propósito inicial de ter o BPS/as redes deve seguir firme.

Me interessa a interação, a coparticipação e a criação livre e crítica.

Um salve a cada uma/um de vocês que estão aqui e também nas outras redes. Eu valorizo sim as curtidas, os comentários e compartilhamentos, porque eles permitem uma divulgação orgânica-sustentável. O BPS só alcançou e alcança tanta gente porque vocês são como eu: umas abelhudas e abelhudos que querem ir espalhando um jardim por onde for. 💓💓💓💓


Mesmo antes de estudar esses conceitos eu já me envergava à radicalidade. Lembra da subversão?

Mas é muito bom ter amadurecimento teórico e ir galgando uma evolução no modo de fazer questionamentos, porque ser provocativa é também se dispor à construção.

Se são estruturas fundantes dessa sociedade, do que temos de humanidade nestes séculos recentes, nas quais as dimensões subjetivas se entrelaçam, se constituindo e sendo também re/produtoras das mesmas, eu sei que ainda há muito chão pela frente e que nessa jornada a incoerência pode me fazer companhia, mas já sei que esse monte de “anti” será meu guia, sinalizando-me qual caminho devo seguir ou recusar.

Quais as bases do seu posicionamento ético-político?


Aproveitando que é sobre curiosidades e que recebi uma pergunta sobre como/por que vim para Bahia, vou falar do marido😊

Eu me formei em julho e estava com o casamento marcado para outubro. Namorei 10 anos.

Em agosto, o noivo recebeu uma proposta de trabalho na BA. Decidiu aceitar. Eu não ia desistir de casar por isso (namorei 10 anos, gente!!).

Resolvi que valia a pena seguir com os planos do casamento porque meu marido é um sujeito tão bom, e porque só podia ser amor querer estar tanto com ele depois de tanto tempo!☺😍

Sobre ser um sujeito tão querido, minha mãe ficava me alertando: Rozana, está tudo bem? Às vezes fico com medo, gente quieta assim, boazinha demais é perigosa! Até hoje, 22 juntos, minha mãe fica em alerta, querendo saber quando ele vai soltar as garrinhas.😂😂😂
Mas a decisão mesmo pelo casamento já viera com o meu processo de análise. Como aquele período de análise me ajudou!!! Indecisão com uma pessoa tão maravilhosa? Pois é…vai entender.

10 anos namorando. Mais quase 10 para resolver ser mãe. E eis que fizemos a escolha. A Izabela nasceu em 2017.

Já querendo dizer muita coisa à minha filha, escolhi grafar o nome dela com Z. Ela terá que passar uma vida corrigindo o seu nome! Desculpe-me, filha.
Mas anunciamos a todes que o nome dela é Bela. Esta redução é uma homenagem ao pai, porque ele se chama Augusto, mas na sua cidade é conhecido como Guto. Eu já o namorava há uns 4 meses. O Telefone da casa dele toca – Alô, gostaria de falar com o Augusto – Eu me virei para minha sogra e perguntei: quem é Augusto?🙊😅

É o meu marido. O melhor que ele pode ser. Suas maiores qualidades são também defeitos em alguns momentos e sei que isso serve à mim também, mas amar é isso, é não querer anular as diferenças. E escolheria viver isso tudo de novo💓

E assim, finalizo esta longa apresentaçao, que misturou minha vida pessoal e profissional. Mas eu sinto que eu precisava escrever essas coisas. Mais pra mim do que para vocês.

Vida longa e bem vivida a nós! Obrigada por tecerem afetos tão alegres e potentes a mim e ao meu trabalho.

“Não são novas ideias que produzem grandes transformações. São grandes afetos que produzem grandes ideias”. Safatle


Há 10 anos o Blog Psicologia no SUAS tem contribuído com a consolidação da Assistência Social no Brasil. O mais importante é que se tornou uma referência nacional não só para as psicólogas/os, mas também para todos os demais profissionais que compõem as diversas equipes da Assistência Social, estudantes e pesquisadores das áreas afins, instigando assim a uma ampliação do debate e troca de informações entre os trabalhadores do SUAS. Todo o trabalho é feito de forma independente, e por isso, para conseguir manter o Blog com um domínio próprio e hospedagem preciso de sua ajuda. Com o apoio de alguns leitores já consegui comprar o domínio, agora preciso manter e aperfeiçoar a interface e organização do Blog.

1 comentário

  1. Parabéns ! Rozana Fonseca.
    Gosto muito do seu Blog, conheci-o, há 8 (oito) anos, quando fui trabalhar no CRAS, de um Município, através de uma colega de trabalho que é psicóloga e usa o seu Blog. E ele me ajudou, a ser assistente social, pois era o meu primeiro emprego como assistente social. OBRIGADA.
    Não sou muito assídua , mais de vez em quanto abro para lê, e você sempre me surpreende com suas postagem, espero que de agora em diante seja mais assídua. Abraços Telma Rejane.

    Curtir

Comentários

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

<span>%d</span> blogueiros gostam disto: