PSB/CRAS

O Trabalho do Psicólogo(a) no CRAS


Título: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO DO PSICÓLOGO
NO CRAS

Tema: 9 – Políticas Públicas
Autor responsável por apresentar o Trabalho: CLÁUDIA ITABORAHY FERREIRA
Autor(es) adicionais: GABRIELE FARIA, MIRIAN BACELO, RENATA
CECCHETTI e VIVIANE BUSTAMANTE

Resumo: Este trabalho pretende promover a discussão a respeito da inserção do psicólogo no campo da Assistência Social, mais especificamente nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), partindo da experiência da equipe de psicólogos e assistentes sociais da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Social do Município de Nova Iguaçu. A Assistência Social se constituiu como política pública a partir da Constituição Federal de 1988. Em 1993, foi promulgada a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), que define as diretrizes básicas para a organização da Assistência Social em âmbito nacional. Após 10 anos de vigência da LOAS, foi aprovado, na IV Conferência Nacional da Assistência Social, o Sistema Único da Assistência Social (SUAS), que, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), “regula em todo o território nacional a hierarquia, os vínculos e as responsabilidades do sistema de serviços, benefícios, programas e projetos de assistência social”.
O SUAS dá as diretrizes do funcionamento das ações no campo da Assistência com contrapartida das três esferas de governo – Federal, Estadual e Municipal – e com o lema de garantir a autonomia, a dignidade e o direito. É, portanto, sob a perspectiva do direito que todos os municípios brasileiros terão, de acordo com seu contingente populacional, que implantar o(s) seu(s) CRAS. O CRAS é uma unidade pública que deve se localizar em áreas de vulnerabilidade social, realizando serviços de proteção social básica, organizando e coordenando a rede de serviços sócio-assistenciais locais. Eles têm como função garantir segurança de convívio social e familiar, através de ações, cuidados e serviços que restabeleçam vínculos pessoais, familiares, de vizinhança e de segmento social. O CRAS conta com uma equipe técnica mínima de psicólogos e assistentes sociais e encontra algumas diretrizes norteadoras em um Guia Técnico elaborado pelo MDS, no qual se propõe um trabalho conjunto destes profissionais. Entretanto, tais diretrizes não apontam a especificidade dos profissionais em questão. Se, por um lado, este guia formata as ações a serem desenvolvidas pelos técnicos do CRAS, sejam eles psicólogos ou assistentes sociais, por outro, define as atribuições destes sem levar em conta as particularidades da formação de cada profissional. A existência dessas diretrizes, então, nos permite interrogar qual a função do psicólogo nas unidades do CRAS, visto que o SUAS prevê a contratação obrigatória deste profissional. O que diferenciaria o psicólogo do assistente social neste dispositivo? Em entrevista ao Jornal do Conselho Federal de Psicologia, Ano XX nº 86 – maio 2007, a Secretária Nacional da Assistência Social, Ana Lígia Gomes, afirma que a intervenção do psicólogo no CRAS deve se dar, prioritariamente, através de ações sócio-educativas grupais. Desta forma, para a Secretária, a atuação do psicólogo se aproximaria dos movimentos grupalistas e institucionalistas, afastando-se dos “métodos de atendimento clínico convencional”. A visada de um trabalho sócio-educativo encontra-se, de fato, pautada no Guia Técnico, que é referência das ações desenvolvidas no CRAS. Porém, este tipo de trabalho parece estar mais próximo da formação do Serviço Social do que da formação do Psicólogo. Com isso, retornamos ao Guia Técnico, no qual os papéis dos técnicos aparecem indiferenciados. No entanto, aposta-se nas especificidades.
A especificidade do papel do psicólogo no CRAS não está, conforme a Secretária, necessariamente pautado no modelo clínico-ambulatorial. Mas, seriam as ações sócioeducativas a única prática possível para o psicólogo no CRAS? O Guia, ao comportar essa indiferenciação entre os profissionais, abre uma importante brecha que nos convoca a pensar o trabalho como um campo de possibilidades a ser construído entre a Assistência e a Psicologia. Senão, o que nos restaria enquanto profissionais seria uma mera reprodução de nossas funções isoladamente, ou seja, um engessamento do nosso trabalho.

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Categorias:PSB/CRAS

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342 respostas »

  1. Olá, Rosana, sou psicóloga de um CRAS em Minas, já faz uns 3 anos, e agora estamos recebendo uma equipe volante, que é composta por uma psicóloga, então eu estou meio perdida… o que esta psicóloga itinerante irá fazer aqui? Ela ficará somente na busca ativa ou também poderá atuar junto ao trabalho de grupo desenvolvido pelos projetos fixos no CRAS? Estou perguntando isso, porque o meu CRAS é pequeno, a demanda é pequena, e eu já vinha atuando sozinha com os grupos, com muito êxito, então eu esperava que alguém viesse para somar comigo, e não para me ajudar a fazer um trabalho que eu já estava conseguindo fazer sozinha. Gostaria que você me orientasse a esse respeito para eu saber como receber esta colega de trabalho e o que esperar dela.

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    • Olá Lauriane, bem-vinda!
      Equipe volante é para atuar como adicional à equipe de um CRAS. A equipe atua fora da unidade e deverá exceder as áreas distantes que compoem o território de abrangência deste CRAS (mas tem a equipe e coordenador do CRAS na articulação de estratégias, planos de ação, participa das reuniões, etc) e Se a unidade de vocês receberam novos integrantes para atuarem na unidade, não é equipe volante e nem itinerante ( pode ser considerado uma expansão da equipe e consequentemente maior capacidade de atendimentos mensal/ano).

      Veja as atribuições da equipe volante segundo o MDS:
      Quais são as atribuições da Equipe Volante?

      A execução de serviços e ações por meio de Equipe Volante terá como uma de suas principais funções, a busca ativa, com prioridade para as famílias em extrema pobreza; o que deverá contribuir para o alcance das seguranças afiançadas pela Política Nacional de Assistência Social (renda, acolhida, desenvolvimento da autonomia, convívio familiar e comunitário) e acesso às demais políticas públicas.

      Tal como definido para a equipe de referência dos CRAS, aos técnicos de nível superior da equipe volante cabem:

      – Realização das atividades que compõem o PAIF (acolhida; ações particularizadas; encaminhamentos e acompanhamento familiar particularizado ou em grupo, de acordo com as especificidades socioterritoriais);
      – Desempenho da função de técnico de referência do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, quando atividades deste serviço forem desenvolvidas nas localidades atendidas, pela equipe volante;
      – Oferta do serviço de Proteção Básica no domicílio para famílias com presença de pessoas com deficiência ou idosos que dele necessitem;
      – Identificação das famílias com perfil para acesso à renda, com registro específico daquelas em situação de extrema pobreza;
      – Identificação de situações de vulnerabilidade e risco social, e oferta dos serviços ou encaminhamento para outros serviços, conforme necessidades;
      – Reportar ao coordenador do CRAS as necessidades locais relativas ao SUAS, e de articulação intersetorial;
      – Participação de reuniões periódicas com a equipe de referência do CRAS, organizadas pelo coordenador, tanto para planejamento quanto para avaliação dos resultados;
      – Participação de capacitação e/ou formação continuada;
      – Registro de informações sobre atendimento, encaminhamento e acompanhamento às famílias;
      – Inserção de informação sobre interrupção da suspensão da repercussão do benefício do Programa Bolsa Família, sempre que julgar pertinente (SICON).

      Para ler o texto todo clique no link a seguir: http://www.mds.gov.br/falemds/perguntas-frequentes/assistencia-social/psb-protecao-especial-basica/cras-centro-de-referencias-de-assistencia-social/cras-equipe-volante/?searchterm=equipe volante

      O CNAS apresentou o Resumo Caracterização Equipe_Volante alterações CIT pos pactuação CNAS.pdf: http://www.mds.gov.br/assistenciasocial/protecaobasica/resumo-caracterizacao-equipe-volante-alteracoes-cit-pos-pactuacao-cnas.pdf/view?searchterm=equipe volante

      Espero ter colaborado!
      um abço

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  2. Oi Rosana sou recém formada e estou tendo a oportunidade de começar a carreira em Cras mas não sei muita coisa, estou bastante insegura sera que vc poderia me enviar o projeto RET. Se possivel indicar alguns textos para leitura.

    Desde ja muito obrigado

    vana-mt@hotmail.com

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  3. Olá querido(a)s psicólogo(a)s!

    Parabenizo a todos que contribuem para esse incrível fórum de crescimento e trocas.
    Estou atuando no CRAS de Divino de São Lourenço, ES, dentro de um programa novo do Governo do Estado, chamado Incluir ( http://www.incluir.es.gov.br)
    É minha primeira experiência dentro da assistência social e estou um pouco perdida quanto as designações específicas ao psi e ao AS.
    Conto com a ajuda de vcs colegas, pois tem chegado demanda de atendimento clínico via Conselho Tutelar, o que eu não recusei por se tratar de urgência em relação a abuso sexual.
    Porém quanto a grupos, qual seria a melhor abordagem para o objetivo de reinserção social e inclusão no mercado de trabalho?
    Gratidão!
    kalinarodrigues@yahoo.com.br

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    • Oi kalina! muita rica sua participação, obrigada e seja bem-vinda sempre!
      Nós não fazemos atendimento clínico no PAIF! mas diga mais sobre sua cidade: quantos hab.? não tem psi na saúde? tem CREAS? (tb não fazem atendimento clinico, contudo é a equipe preparada para acompanhar estes casos).
      Aguardo seu retorno!
      um abço

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  4. Rosana,fiquei super feliz em ver voce assim tão atuante. Voce é poderosa menina!. Estou de volta a Barbacena e estou me organizando para começar em março a ministrar os cursos de Rorschaach,palográfico e Zulliger. Pretendo depois dar mediação de conflitos e a interface entre as ciências “psi” e direito.

    Beijo enorme e parabéns. Sucesso!!!!!!.
    Erika.

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    • Oh meus Deus!! que presente e supresa vocÊ aqui no blog! que maravilha que deixou sua participação e esse carinho (chique rsrs)!! obrigada professora (uma vez pofessora, sempre professora rsrs). Sucesso nos cursos e no retorno à cidade! se estivesse ai, com certeza faria! 😦
      um bjo e amei sua visita aqui! saudades…

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  5. Olá Rosana,

    gostaria de se possível você me indicasse materiais de estudos quanto a atuação do psicológo no CRAS, para que eu possa ter uma noção de como esse profissional atua.

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  6. Olá Rozana! Parabéns pelo blog!!! Sou psicóloga e estou atuando no CRAS e PETI há uma semana, e encontro dificuldades nesta nova empreitada. Não sei qual o meu papel junto ao CRAS e nem junto ao PETI. Você pode me ajudar? meu email é nadyaliviapsi@gmail.com.
    Obrigada
    Bjim no coração
    Nádya

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  7. Bom Dia Rosana, Parabéns pelo Blog, já é um sucesso!
    Preciso da sua ajuda!
    Me chamo Rogeslane, sou psicologa e assumi recentemente CRAS, estou meio desfocada quanto ao papel do psicologo! Por favor se possivel poderia me enviar alguns projetos para uma melhor familiarização a respeito de como se procede a inicialização da realização de projetos focados em atividades que podem ser desenvolvidas dentro do CRAS.
    Pode me ajudar?
    Retornarei para agradecer e para trocar experiencias!
    Att.
    Rogeslane Assunção
    Teresina-PI

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    • Oi Rogeslane! bem-vinda! e obrigada!
      Bom, vou retomar a resposta dada a outra colega anteriormente, ok? veja!
      -Para iniciar um trabalho no CRAS, o básico é começar pelo entendimento da PNAS, NOB-SUAS, Níveis de PROTEÇÃO SOCIAL, Sistemas de garantia de direitos, PAIF, PBF, BPC, Beneficios eventuais etc… porque acredito que o profissional não tem condições de propor ou atuar sem conhecimento mínimo da politica de assistencia social. abços e um ótimo trabalho!

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  8. Ola, meu nome e conceição, trabalho como coordenadora do cras, achei sua pesquisa a respeito do papel do psicoloco no cras muito boa, gostaria de saber mais sobre do Projeto RET, se possivel
    Grata
    conceiçao

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  9. Olá Rozana… parabéns pela sua iniciativa! Com certeza você está colaborando muito com diversos profissionais que estão ingressando nesse campo, como eu, por exemplo. Iniciei semana passada no CRAS de Linhares-ES… você poderia me passar também seu Projeto RET para eu dar uma olhada? Pode ter certeza que, com o tempo, vou colaborar também com minha experiência neste CRAS. Obrigada!

    Abraços!

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  10. Olá! somente agora encontrei este blog , gostaria q vc me informasse sobre as atividades desenvolvidas pelo psicólogo no CRAS. Achei muito legal vc repartir suas experiências com os colegas. Sucesso!

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  11. Oi Rosana , gostaria muito de receber cópia do projeto RET- Recolher e Transformar, sou psicóloga na área de Assistencia Social. Agradeço antecipadamente.

    Walkiria

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  12. Olá! Gostei muito do blog! Sou estudante de psicologia, e sou de Teresina PI, estou no sétimo bloco. Gostaria que você enviasse para o meu email o material acima citado! Pois tenho muitas dúvidas a respeito sobre a atuação do psicologo no CRAS, estou prestes a entrar em um estágio e quero estar bem informada! Beijão. Agradeço!

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  13. Olá Rozana!!!
    Adorei o Blog, sou psicóloga e trabalho no Cras de Guaraci-PR, gostaria de trocar informações principalmente em relação aos projetos…se possível gostaria que por gentileza me enviasse o Projeto RET.
    Desde já agradeço e a parabenizo pela excelente idéia!!!
    abraçoss…Mariele

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  14. Bom dia..
    Achei muito legal esse espaço para compartilharmos nossas atividades e anseios. Sou psicologa e trabalho no CRAS e estou em busca de trocas de informações referente a projetos desenvolvidos,idéias de atividades para desenvolver com a comunidade… e principalmente para “criar” odiagnóstico do território e plano de ação!. Aguardo retorno!! e desde já agradeço =)

    gardy_costa@hotmail.com

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  15. Sou psicóloga, e encontro-me na mesma situação que vários colegas mencionaram, dificuldades nesta nova empreita, por favor poderia enviar pra mim tbm.,. o Projeto RET: Recolher e transformar.Meu e-mail é: renatafigueiredo

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  16. Boa noite a todos. Gostaria de fazer um desabafo, estou com uma bola entalada na garganta, por não ter espaço pra falar tudo que venho compartilhando no serviço. Sou concursada e atuo em CRAS há poucos meses (um concurso que era completamente voltado para a área da saúde em questão de conteúdo programático e até mesmo atribuição). Aqui existe um clima bastante persecutório com relação ao trabalho do psicólogos, psicólogos raramente tem papel de coordenação, por exemplo. No Cras, sinto uma demanda para reprodução de Assistência Social, não há no momento nem espaço para grupos mediados por psi. Outra questão problemática é que a equipe é “volante” trabalha em 2 equipamentos, dificultando o acompanhamento do território. O trabalho é extremamente burocrático, escreve-se mais do que faz… entre outros problemas, preconceito, cansaço, desmotivação de todos, inclusive minha nesta atual conjuntura. obrigado por me “ouvirem”…

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  17. Boa noite Rozana. Tudo bem?
    Há duas semanas comecei a trabalhar no CRAS e estou com dúvidas quanto ao registro das informações no prontuário da equipe. Segundo o nosso Código de Ética, quando trabalhando em uma equipe multiprofissional, o psicólogo deve fazer o registro em um prontuário único e apenas das informações que serão necessárias para o cumprimentos dos objetivos (uma vez que deve manter a confidencialidade/sigilo das informações). Frente tal informação e pensando na ética do psicólogo, estou “encucada” quanto a melhor forma de realizar tal registro, ou seja, não sei se devo realizar o registro (das informações necessárias) apenas na pasta da equipe ou também abrir pastas minhas, contendo informações mais detalhadas e sigilosas das orientações e encaminhamentos realizados somente por mim.
    Como você costuma fazer?
    Desde já agradeço imensamente pela ajuda.
    Abraços.

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    • Mariana,
      O primeiro passo para nós entedermos essa questão de registro é ter apropriado o que é o trbalho do psicólogo nos CRAS.
      Para ser breve: Fazemos clínica no CRAS? não. O que fazemos? atendimentos psicossociais (só o psi ou com o assist. social ou outro profissional) não é avaliação psicológica, não utilizamos teste psicólogico.Quero dizer que não utilizamos aqueles instrumentos privativos de psicólogos nos CRAS.
      Então, se nosso trabalho deve ser psicossocial, aqui entendido como junção psi e assis.social ( mas eu utilizo o conceito psicossocial para a minha prática diária sem essa conotação apenas, a psicologia social e comunitária nos dá embasamento para tal). o registro deve ser numa ficha da família, a qual pode ser acessada pelos técnicos e inclusive pela família. Assim, os procedimentos, encaminhamentos devem ser, de preferência, e se tiver equipe completa, compartilhados. Veja bem, não estou dizendo que para isso o conteúdo sigiloso do atendimento deve ser compartilhado – o que vem é o necessário para justificar e argumentar por vez um procedimento que tenha mais sentido para a família/sujeito. Assim, as anotações serão feitas somente com o estritamente necessário e que sirva como documento e entendimento do acompanhamento familiar pelos técnicos.
      Bom, este é o meu posicionamento e a forma como tenho feito aqui!
      um abço e nos retorne dizendo o que pensa!

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  18. Olá Rosana! Sou Iara e trabalho no CRAS do municipio de Santa Adélia há 8 meses e estou com muita dificuldade em desenvolver trabalhos, me sinto insegura e no momento não estou conseguindo ter idéias de projetos novos.

    Obrigado !!

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    • Lara, bem-vinda! Santa Adélia é SP, nê? rsrs gosto de saber de onde vc são, onde estão trabalhando, 🙂
      Lara, penso que se está tão dificil, primeiro se aproprie do básico do CRAS – PAIF, que de básico não tem nada! aqui no blog tem um post com um documento chamado: o CRAS que temos e o CRAS que queremos; e um de acompanhamentto familair no âmbito do PAIF, são bem claros quanto ao PAIF e com certeza irá ajudar muito!
      boa leitura e vamos nos falando…

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  19. Olá Rozana, mais uma vez busco tua ajuda. Como te falei outra vez estou iniciando no CRAS e estou encontrando algumas dificuldades, principalmente com a assistente social daqui, que é uma pessoa bastante complicada e pouco acessível. Ela me informou que eu tenho que fazer vistas domiciliares para averiguar as condições sociais das famílias. A minha dúvida é se é papel do psicólogo realizar essas visitas. E se for meu papel, eu posso assinar o parecer psicossocial? E ela como assistente não deve ir junto?Ou pode ir uma estagiária que está no 2º semestre de serviço social.
    Desde já muito obrigado por sempre nos auxiliar.

    crisdalmonte@gmail.com

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    • Oi Cristiani!
      As visitas domiciliares são estratégias de atendimento às famílias e podem ser feitas tanto pelo as.social quento psicólogo. Não necessariamente devem estar juntos! o ideal é que estivessem juntos, mas não conseguimos fazer isso aqui e confesso que a troca com o outro profissional pode ser muito rica em Estudos de Casos e construção do Plano de Acompanhamento famliar, por exemplo!
      Entendo que o objetivo da visita não se esgota em “averiguar condições sociais das famílias”, pois a visita é um atendimento, onde vamos analisar e identificar as vulnerabilidades e risos sociais, potenciliadades, como esta familia está acessando os serviços socioasstienciais e intersetoriais, realizar encaminhamentos e se necessário a família será inserida no acompanhamento familiar – em grupo ou particularizado. Parecer psicossocial, pode ser um instrumento de registro e informação sobre a situação de uma família e ser assinado pelo psicólogo. O conceito de “psicossocial” deve ser mais ampla que a junção do psi/as.social.
      Quanto ao estagiário, não tenho informações precisas, mas entendo que deve ser acompanhado pelo profissional da área.

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  20. Olá!!!!
    Colegas psis, amei este espaço aqui , pois poderemos trocar figurinhas…
    Sou psicóloga no CRAS do Rio de Janeiro.
    Rozana Fonseca ,sobre o SCFV(Serviço de Convivencia Fortalecimento de Vinculos)? A nossa atuação nesse serviço junto a pedagoga é muito importante e tambem muito novo,para equipe técnica, direção e dinamizadores. Trabalhamos as crianças e idosos ou seja trabalhando toda a família, pois é a mesma família q o psicossocial atende, novo para tds ninguem se entende insere a psicóloga ,tira a psicóloga….me ajuda….Estamos trabalhando toda a família se a psicóloga trabalhar nos dois serviços certo????
    Aos moldes do PAIF.
    Me ajudem nessa batalha, quem puder…Por favor,,,
    Eu entendo que nós psicólogs de CRAS…temos q estar em grupos , reuniões sócio-educativa e em td trabalhos relacionados as famílias ok????
    Aguardo ansiosa o retorno de vcs…
    Desde já muito obbrigada…
    bjks.

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    • Oi Shirley!
      O técnico do CRAS/PAIF é referência para os serviços de convivência – o trabalho de acompanhamento familiar é PAIF, quem vai desenvolver o trabalho com os usuários do SCFV são os facilitadores, orientadores sociais, sob orientação do técnico de referencia do CRAS! se verificar a necessidade de acompanhamento familiar através de atendimentos particularizados e ou grupos para as famílias, será realizado pelo PAIF e pelo tecnico, que pode ser as. social ou psicólogo, sempre trocando o planejamento com toda equipe.
      Dê uma olhada no caderno de orientações do SCFV de 06 a 15 anos. lá descreve as atribuições de cada profissional!
      abços

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  21. olá, adorei seu blog, caso seja possível enviar-me os arquivos, que vc citou acima, gostaria muito, iria me ajudar, pois sou psicóloga com atuação m empresas, e recebi uma proposta de trab no CRAS, e é uma área que eu amo, a psicologia social.
    Desde já muito obrigada

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  22. Estou com duvidas preciso realizar um trabalho da escola nossa professora perguntou oque que riamos ser(quero ser psicóloga)então temos realizar um trabalho sobre isso.oque eles praticar etc.

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  23. Boa tarde Rosana!
    Gostei muito da matéria sobre a atuação do psicólogo no CRAS.
    Se possível, gostaria que enviasse para o meu e-mail o Projeto RET: Recolher e Transformar.
    Grata,
    Mariana.

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  24. acabei de me formar em psicologia e fui convidada para trabalhar no CRAS,estou morrendo de medo….medo de não saber dar conta do recado, de ser uma profissional ruim,vou começar a trabalhar no próximo mês e não sei o que fazer,peço dicas por favor.

    Carla

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  25. Olá, Rozana..
    Muito interessante o seu blog, sinal de que vários psicólogos estão podendo atuar na Assistência Social. Gostaria de obter sugestões de grupos. Estamos com um pouco de dificuldade aqui para prosseguir com grupos de famílias que participam dos programas sociais, pois algumas famílias ainda tem aquela filosofia de que “não vão ganhar nada ouvindo palestras”. Vc teria alguma sugestão de literatura?
    Meu e-mail é m_t_d_b@zipmail.com.br
    Obrigada e parabéns novamente pelo espaço.

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    • Obrigada Maysa! é a participação de todos enriquece muito este espaço!
      Respondi neste instante um comentário sobre TRABALHO EM GRUPO – veja: “entendo que antes de organizarmos este trabalho, deve ficar bem claro a execução do PAIF! e vejo que se os profissionais se apropriarem deste serviço verão que é trabalho intenso, árduo e que terão trabalho pro ano inteiro, rsrs – Eu digo isso porque o trabalho em grupo deve ser consequencia da execução do PAIF, priorizando as familias do PBF (principalmente em descumprimento das condicionalidades), BPC, famílias com membros nos SCFV… assim é relizado acompanhamneto familiar – o qual se inicia com o Plano de Acompanhamento Familiar – PAF, pois é o instrumento que vai permitir, juntamente com família, traçar estratégias de ações e atividades para a família, sejam em coletivo ou particularizado!
      Veja o post aqui no blog sobre a indicação de livros! tem algumas dicas!
      Quanto ao “não vão ganhar nada ouvindo palestras” acredito que com o tempo e principalmente com um trabalho que prioriza o acolhimento (aqui como um conceito amplo) isso vai sendo transformado aos poucos! e claro, não vamos atingir a todos, pois nem sempre os serviços e atividades alcançam o que faz sentido pra família/indíviduo! por isso é importante ter paciencia, acreditar no trabalho e não se frustrar com a falta de adesão… tudo isso é processo de trabalho.Devemos portanto, questionar sempre o trbalho que estamos desenvolvendo!! e nem sempre a adesão de todos é indicativo de sucesso!!
      É isso por enquanto… se tiver sem sentido me perdoe, rsrs é que vou escrevendo… as ideias vem e …não tenho muito tempo pra fazer um controle de qualidade rsrs

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  26. Ola Rozana, iniciei trabalho no CRAS da minha cidade essa semana, admito estou meia perdida por ser meu primeiro emprego, gostaria muito de pode contar cm seu Projeto RET: Recolher e Transformar. E se tiver algumas dicas para mim tb vou agradecer muito.. Sou de M. Andreazza – Ro

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    • Oi Alexsandra! acho que é o primeiro contato de Rondônia! bem-vinda!!
      Enviei o projeto! como vc está iniciando, dê umas clicadas em tudo que vc ver por este blog, incluisive aos comentários rsrsr, pois acho que irá ajudar bastante neste começo de trabalho!! e o que aparecer de dúvidas, vamos nos falando mais!! o que vc já leu, tem lido? ah sempre bom falar que o site do MDS http://www.mds.gov.br/assistenciasocial disponibiliza muitos materiais sobre os serviços! Queria saber QUAIs materiais vc já se apropriou!
      abços e sucesso no trabalho aí em Ministro Andreazza!

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  27. Boa tarde Rozana!
    Li sobre seu blog por coinscidencia procurando algo sobre o papael do psicologo no cras.
    E gostaria de lhe dar os parabéns, ajuda muito pelo visto.
    Ah, sou de Quirinópolis-Go. Também trabalho no CRAS e CREAS. Sei que não é permitido, mas a demanda de psicologos na prefeitura é mínima. Apenas eu e mais uma. Então nos dividimos.
    Tambem me sinto muito angustiada com os trabalhos a serem desenvolvidos, as escolas municipais vivem me mandando crianças para fazer avaliações. Então faço e vejo qual é a necessidade de cada um e encaminho quando necessário. E com essas famílias formo grupos para discutir a forma de educação, limites, abuso, entre outros assuntos. Porem, eles raramente aparecem para as palestras, porque querem atendimentos psicoterapicos.
    Estou no caminho certo fazendo dessa forma???
    Se tiver algum material que me ajude nesses trabalhos em grupos, ficarei muito grata e também é bem vinda a me orientar no que for necessário.
    Meu e-mail: julianna.psico@hotmail.com

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    • Oi Juliana! Obrigada.
      Realmente dividir entre PSB e PSE não é o indicado! qual o tamanho de seu Município? onde atuo, Eunápolis/BA, tem pouco mais de 100.000 hab, e a equipe está com 2 psi e 2 as. sociais, coordenadora da PSB, e não damos conta de atender/atuar no terrítório todo! aliás nem á sua metade e olha que tem outro CRAS e com essa mesma equipe, onde referenciamos serviços de convivência para crianças, adolescentes e idosos!
      Quando a essa demanda da escola, o caminho é se apropriar do serviço do CRAS e realizar reuniões intersetoriais para esclarecer equívocos e dúvidas! TRABALHO EM GRUPO – entendo que antes organizarmos este trabalho, deve ficar bem claro a execução do PAIF! e vejo que se os profissionais se apropriarem deste serviço verão que é trabalho intenso, árduo e que terão trabalho pro ano inteiro, rsrs – Eu digo isso porque o trabalho em grupo deve ser consequencia da execução do PAIF, priorizando as familias do PBF (principalmente em descumprimento das condicionalidades), BPC, famílias com membros nos SCFV… assim é relizado acompanhamneto familiar – o qual se inicia com o Plano de Acompanhamento Familiar – PAF, pois é o instrumento que vai permitir, juntamente com família, traçar estratégias de ações e atividades para a família, sejam em coletivo ou particularizado!
      Qto aos materiais, tem alguns comentários que postei alguma coisa e vc tb pode ler uma postagem sobre indicação de livros!!
      Por ora é isso…aguardo seus comentários…
      um abço

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  28. Inicialmente gostaria de parabenizá-la pela iniciativa quanto a este bolg, realmente é um importante espaço de trocas e assimilação de novos conhecimentos. Gostaria de receber o Projeto RET.Abraços,

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  29. Bom dia Rozana e demais Psicólogos. Eu também sou Psicóloga recém contratada do CRAS na cidade de Veríssimo. Lendo e relendo a legislação encontrei as mesmas dúvidas. Qual a linha divisória entre minha atuação e a das Assistentes Sociais? Bom enfim, tenho desenvolvido meu trabalho dentro das necessidades que vão surgindo. Às vezes me sinto um tanto perdida, mas adorei encontrar seu BLOG e trocar informações. Por falar nisso, poderia me enviar o projeto RET? Bem pessoal estou aberta a aaprender, ensinar e trocar experiências. Meu nome é Scheilla e meu e-mail é: scheilla.borges@hotmail.com.
    Abraços.

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    • Olá Scheilla! muito contente com sua mediação e com a possibilidade de trocarmos informaçoes.
      Quanto a “linha divisória entre assist. e psi” vou publicar um texto em breve aqui no blog,aí nos falamos!!
      Já enviei o Projeto!
      um abraço
      e obrigada

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  30. Oi Rozana,
    Estou sempre acompanhando os comentários. E isso tem me ajudado bastante. Sou psicóloga e estou começando a atuar no Cras, no interior do RS. Gostaria de saber como proceder quando o juiz pede para que seja realizado uma avaliação psicológica. O poder judiciário aqui desta cidade não tem psicólogo, só perito acredito. E sempre que é necessário é solicitado que a prefeitura realize as avaliações, o secretário da assistência social então encaminha para o cras. Então pergunto, devo fazer essas avaliações ou encaminho para o Creas? é papel do CREAS fazer avaliação?
    Obrigado.
    Abração.

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    • Oi Cristiani,
      obrigada pela participação!
      Bom, os profissionais que atuam, executam o PAIF não tem como atribuição realizar avaliação psicológica e nem mesmo os colegas que atuam no PAEFI!
      Eu gostaria de saber qual contexto, qual a demanda aparece no pedido de Avaliação psicológica, pra quê? Os psi do PAIF e do PAEF podem emitir relatórios quanto aos serviços prestados a um usuário, mas não avaliação psicológica.
      Bom, espero seu retorno…

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      • Rozana, geralmente vem a pedido do juiz uma avaliação psicológica de uma mãe (para o processo de adoção), ou também para retirada da criança do convívio familiar para ser encaminhada para a casa de passagem, aí pedi-se avaliação da mãe tbém por suspeita de maus tratos. Mas geralmente não são usuários do CRAS.
        Obrigado

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  31. Olá, sou coordenadora de um CRAS no interior da Bahia, por aqui não tem CREAS e por isso o CRAS absorve toda a demanda. Tenho tentado melhorar os serviços aqui, mas a psicóloga só quer fazer atendimento laboratorial, e nem um grupo quer abrir, fica exigindo um monte de brinquedos e tal. Mas estamos passando por uma situação finenceira feia e não temos tanto recursos disponíveis. Enfim, gostaria que brevemente me dissesse o que vc faz? vc realiza que grupos? vc tbm atende no CRAS? preciso de um help!!!! Obrigado

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    • Oi Camila,

      O que é Atendimento laboratorial? tem conotação atendimento clínico, psicoterapeutico?
      Bom, o psicólogo que atua na unidade CRAS, vai executaro PAIF, ser referência no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo – SCFV, (06 a 15 anos, ou no P\ROjovEM – 15 a 17 ou ainda de IDoso)
      E o trabalho em grupo é primordial, pois o acompanhamento familiar deve priorizar atividades coletivas, mas podendo ser individualizado nos caso necessários, mas soa como orientação e planejamento de ações que faciltam o acesso das familias aos seus direitos sociais.
      Realizo busca ativa, famílias em descumprimento das condicionalidades do PBF, beneficiários de BPC ( público alvo de trabalhos em grupos) , grupo de idosos, grupo de gestante, palestras, grupos socioeducativos etc

      Bom, e tem os atendimentos e acolhimentos de demandas espontaneas e encmainhaemnto da rede.
      Aguardo suas colocações… qto ao tipo de atendimento que vc se refere.
      abços

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      • Eu me referia ao atendimento clínico, é que o CRAS daqui está passando por problemas estruturais (de verba, rs) e a psicóloga só realiza atendimentos individuais, nãao faz nenhum grupo, visita domiciliar tbm não gosta de fazer, busca ativa muito menos. Eu como sou nova coordenadora e estudante de Serviço Social, fico em dúvida sobre o papel dela no CRAS e o devo ou não cobrar dela!!! Obrigado pela resposta.

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        • Oi Camila! demorei nê?! mas vamos lá…
          o profissional de psicologia não realiza atendimento clínico no CRAS. O princiapl serviço, e OBRIGASTÓRIO é o PAIF, portanto a psicóloga, assistente social, ou outros profissionais que compor a equipe, vão necessariamente executar o PAIF – que até inclui atendimento particularizado , mas isso sem cunho psicoterapêutico!!! aqui no blog tem um documento sobre trabalho com famílias, e a Tipificação deixa claro quais são os serviços a serem executados na Proteção Social Básica e Proteção S. especial. Assim, vejo que cabe uma dicussão, juntamente com a gestão local, para adequar os serviços e commpreensão acerca do trabalho a ser desenvolvido pela equipe!
          um abço e vamos nos falando!

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  32. Oi Rozana,

    Parabéns por essa iniciativa maravilhosa de criar um canal de comunicação para que possamos trocar experiências, tirar dúvidas. gostei muito.
    Trabalho em um Cras, sou psicóloga recém-formada e gostaria de trocar idéias referente aos trabalhos em grupos principalmente com crianças. meu e-mail:anniecris@gmail.com

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  33. Parabéns, Rozana! Foi uma Maravilha encontrar o blog! Tb trabalho em CRAS, Atualmente no CRAS de Cândido Sales/BA, e gostaria de receber, se possível, os teus projetos ou outro material. Tenho certeza que vai me ajudar muito.
    Muuito obrigada!

    beijo,
    VERUSKA.

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  34. Oi Rozana, e encontro-me na mesma situação que vários colegas mencionaram, dificuldades neste novo desafio, por favor poderia enviar pra mim tbm.,. o Projeto RET: Recolher e transformar.
    Gostaria tbém de agradecer os outros materiais que vc me enviou, estão me ajudando muito!!! Meu e-mail é:crisdalmonte@gmail.com
    Obrigada.

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  35. Boa tarde Rozana!

    Estou iniciando nesta semana meus tranalhos no CRAS aqui em Cerro Azul/Paraná, meu primeiro contato. Confesso a você que estou tendo dúvidas quanto a atuação do Psicólogo no CRAS. Estou totalmente aberto para entender melhor, Por isso estou percorrendo o caminho da pesquisa para a compreensão, onde em seu blog já vi uma bela Bibliografia para meu início. Desejo saber se poderemos discutir mais afundo algumas questões de nossa atuação como Psicólogos Sociais, obrigado e parabéns!

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    • Oi Alexandre, ótima participação! vejo que é esse o caminho mesmo! claro, excelente oportunidade de trocarmos informações. Vou complementar a lista dos livros, estou com uns bem bacanas, ok? fique à vontade para sugerir também!
      bem-vindo sempre!

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  36. Ola Rozana,

    Estou mas uma vez aqui e continuo te parabenizando pelo seu trabalho no blog pois já tem me ajudado muito. Bem a questão agora é a seguinte: O psicólogo
    do Cras é obrigado a assinar, elaborar relatórios e fazer visitas do
    Bolsa Família e BPC? Essa duvida também é da Coordenadora do Cras que
    é Assistente Social e não acha tão necessário a presença de um
    psicólogo nessas visitas. joriaregina@gmail.com

    grande beijo

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  37. Olá Rozana,
    Antes de mais nada, gostaria de parabenizá-la pelo blog, sua iniciativa de compartilhar de experiências é muito importante!
    Eu comecei a trabalhar no CRAS há apenas uma semana e ainda estou meio aérea quanto quais são minhas responsabilidades e que trabalho posso desenvolver. Um ponto positivo do meu trabalho é que não tem nenhum projeto em andamento no momento, apenas um infantil que começou há poucas semanas. Gostaria, se possivel que você me ajudasse com sugestões de projetos com os quais você já trabalha.
    meu e-mail é: elisa_almeid@hotmail.com
    Abraços

    Elisa

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    • Elisa,

      Pra iniciar, se aproprie de como esta a oferta do PAIF e comece por qualifica-lo e colocá-lo de fato em prática.
      Porque muitas vezes é cobrado projetos, mas os mesmos não têm muita ligação com o PAIF.
      Comece:
      Acompanhamento das famílias em descumprimento das condicinalidades do PBF;
      Idosos beneficiários do BPC e pesssoas com deficiencia ( os quais serão o público alvo das ações e atividades em grupo, por exemplo)

      Isso aí já é trabalho árduo e denso! mas primordial do PAIF

      Boa sorte no novo trabalho!
      Conte aqui como está sua experiencia!!

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  38. Bom dia Rozana. Sempre leio seu blog, e gosto muito. Sou psicóloga e trabalho em um CRAS há um ano, mas, ainda tenho muitas angústias. Uma delas é em relação aos relatórios que encaminho para justiça, conselho tutelar e outros. Todos os relatórios tem que passar pelas mãos da diretora, chefe de gabinete e secretária, que são assistentes sociais. O que me incomoda é que elas lêem os relatórios e mandam fazer as correções de acordo com o que elas pensam. Não acho correto assistente social corrigir relatórios de psicólogos, pois são olhares diferentes. Sinto-me manipulada em algumas situações. Gostaria de sua opinião. Obrigada.

    Marques

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    • Oi Marques, obrigada!
      Desculpe-me pela demora!
      Bom, não vejo fiundamento nenhum neste modo de gestão.
      Não sei o contexto de encaminahr relatório á justiça, porque isso não é atribuição do psi do PAIF; os demais relatórios devem ser construidos segundo a orientação psicossocial (conforme entendido no SUAS); pois assist, social e psi devem somar e não há uma relação de hierarquia.

      Gostaria de saber qual é demanda de relatório do Conselho Tutelar .

      um abço e continue visitando e participando do blog!

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  39. Oi, gostaria adorei seu blog, visto que me identifiquei muito com o assunto.
    Estou trabalhando nessa área e enfrento muitas dificuldades.
    Gostaria de saber qual dica você me fornece para fazer um diagnóstico
    socioterritorial. Nunca fiz, nem vi um.
    No aguardo!
    Fernanda Cavalcanti

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    • Fernanda,
      Vou citar algumas metodologias, como:
      Entrevista com lideranças comunitárias e adm de bairros;
      reuniões ou até mesmo Grupo focal com trabalhadores de política públicas como a saúde, educação, cultura etc;
      conhecer o território de abrangência do CRAS, levantando os equipamentos existentes, serviços ofertados – como e por quais políticas é coberto o bairro e como é o acesso das famílias aos serviços em outras localidades;
      levantamento das potencilaidades, também é muito importante!
      O objetivo principal é mapear onde estão as famílias em situação de vulnerabilidades, como está o acesso aos serviços, quais demandas recorrentes e quais potencialidades.
      Deixe seu e-mail que eu envio um modelo pra vc.

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  40. Oi Rozana! adorei seu Blog. me esbarrei nele ao procurar algo que me auxilie no trabalho no CRAS. Sou psicóloga clínica e agora comecei trabalhar no CRAS. Porém sem experiencia nesta área. Além do CRAS que trabalho ter uma equipe que não me dá suporte suficiente por serem inesperientes. Já lí mto sobre o trabalho do Psi no CRAS, mas me sinto desorientada por onde começar. Este centro não tem um diagnóstico, nem um acompanhamento sistematizado das famílias. O que posso fazer? por onde devo iniciar pra fazer este Centro começar funcionar como deve?
    Desde já obrigada por toda atenção.

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    • Oi Regiane,
      Temos muita coisa a fazer nos serviços… rsrs
      comece pelo diagnóstico e com certeza será um trabalho norteador para traçar estratégias e ofertas de atividades!
      Aliás, o diagnóstico socioterritorial é o mapa para onde deve ir o trabalhador social.

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  41. Muito legal esse blog.
    Eu sou psicologo do cras em minha cidade, aqui os meus chefes querem que eu faço muitas coisas ao mesmo tempo e muitas delas não sei o que fazer. Uma delas foi um pedido do juiz para eu mandar um PIA-plano individual de orientação num praço de quinze dias, outro e acompanhar e fazer que um adolescente muda rapido seu jeito de comportar, agir e começar ir na escola, parar de bater em outras pessoas. Porém eu penso que essse trabalho ira demorar por que é difici mudar rapidamente a cabeça de um adolescente, mas quando falo isso aos meus chefes eles falam que esse é o meu trabalho e não tem outra meneira de faze-lo.

    Você pode me ajudar, com orientação, informação ou indicando um site?

    Obrigada!

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    • Elizete, desculpe-me pela demora!

      Isso é CREAS, e olha que talvez nem seja dependendo do contexto!
      é um pedido sem qualificação e mostra um desconhecimento da função da Unidade e do PAIF e demais serviços ofertados pelo CRAS.
      o primeiro passo é reunir a rede de serviços e discutir isso!

      Acho que pela demora, você deve ter resolvido. deixe um comentário contando como resolveu tal situação!

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  42. Olá td bem? sou psicóloga atuo em um CRAS no estado do RN e gostei muito do Blog e quero colaborar com vcs colegas de profissão um grande Beijos!

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  43. BOM DIA MEU NOME É ISABELA,TUDO BEM SOU PSICOLOGA TRABALHO NO CRAS, EM UM MUNICIPIO DO TOCANTINS, ESTOU REALMENTE PEDINDO AJUDA POR QUER CAI DE PARAGUEDAS, NÃO SEI O QUE UM PSICOLOGO DO CRAS FAZ, NÃO SEI COMO DEVO TRABALHAR COMO EU COMEÇO APESAR DE ESTUDAR E TER PASSADO EM UM CONCURSO ESTOU COM ENORMER DIFICULDADES E QUASE UM PEDIDO DE AJUDA MESMO…GOSTARIA QUE ME AJUDASSE UM “BAB” MESMO…DESCULPE MAIS A MINHA PREOCUPAÇÃO ESTA ENORME LI OS TEXTOS MAIS PRECISO DE EXPLICAÇÕES MAIS CLARAS..OBRIGADA…ERREI MEU E-MAIL…isabelasolar@hotmail.com

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  44. BOM DIA, meu nome é isabela TUDO BEM SOU PSICOLOGA TRABALHO NO CRAS, EM UM MUNICIPIO DO TOCANTINS, ESTOU REALMENTE PEDINDO AJUDA POR QUER CAI DE PARAGUEDAS, NÃO SEI O QUE UM PSICOLOGO DO CRAS FAZ, NÃO SEI COMO DEVO TRABALHAR COMO EU COMEÇO APESAR DE ESTUDAR E TER PASSADO EM UM CONCURSO ESTOU COM ENORMER DIFICULDADES E QUASE UM PEDIDO DE AJUDA MESMO…GOSTARIA QUE ME AJUDASSE UM “BAB” MESMO…DESCULPE MAIS A MINHA PREOCUPAÇÃO ESTA ENORME LI OS TEXTOS MAIS PRECISO DE EXPLICAÇÕES MAIS CLARAS..OBRIGADA…isabelasolar2010@hotmail.com

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    • Bom dia Isabela! Meu nome é Cida, sou psicóloga e estou começando um trabalho no CRAS, no município de Iporã/PR. Não sei se vc ainda trabalha no CRAS, mas adicionei vc no msn para que possamos trocar idéias. Abraço, Cida.

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